Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Matéria reprodução da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT

Por: Luiz Carlos Bezerra, em 25/1/2024. Acesso à matéria!

Com foco no fortalecimento das boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades, a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, divulga a aprovação do projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências" em edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de 2023.

A incubadora, que é uma iniciativa vinculada ao Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências (INCT Caleidoscópio), é coordenado pela professora Dolores Galindo, Professora Permanente dos Programas de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

A docente atua também na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia e Sociedade da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A docente Silvia Lúcia Ferreira da Universidade Federal da Bahia (UFBA), também coordena a ação, que tem como objetivos, o projeto de pesquisa aprovado busca estudar as trajetórias de profissionalização acadêmica de mulheres quilombolas, identificando as principais dificuldades enfrentadas por essas mulheres para continuar seus estudos e acessar o ensino superior em níveis de graduação e pós-graduação.

O projeto, com duração de 36 meses, visa preencher lacunas significativas na pesquisa acadêmica sobre o acesso, permanência e formação de doutoras quilombolas nas universidades. Além disso, busca ressignificar o papel das mulheres negras nas ciências, confrontando o racismo acadêmico, a misoginia e a discriminação racial.


Rede colaborativa

Na equipe, o projeto reúne pesquisadoras de regiões com significativa presença quilombola no Brasil, que desempenham um papel relevante no fortalecimento de políticas e programas voltados para estudantes quilombolas. O grupo, formado por oito universidades, incluindo as sedes da Incubadora, (UFBA) e a UFCG, articula as seguintes pesquisadoras: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim (UFRN); Candida Soares da Costa (Nepre-UFMT); Denize de Almeida Ribeiro (UFRB); Flávia Cristina Silveira Lemos (UFPA) Karla Adriana Bessa (Unicamp); Karla Galvão Adrião (UFPE); Maristela de Melo Moraes (UFCG); e as pós-doutorandas Karine Santana (UFBA) e Zizele Ferreira (UFCG) .

Ainda como premissa, a Incubadora visa fomentar boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades e suporte à trajetória formativa de mulheres estudantes universitárias pertencentes a grupos minorizados. A governança é orientada por um modelo de diálogo entre universidade e sociedade, com dois conselhos (Incubadora-Universidades e Incubadora-Sociedade) que se reunirão anualmente para discutir relatórios, produtos e resultados.

Sobre o Projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências", uma das ações prioritárias da Incubadora, pretende não apenas analisar as estruturas universitárias, mas também promover o levantamento e sistematização de boas práticas existentes. O estudo visa entender as dificuldades enfrentadas por mulheres quilombolas no acesso e permanência no ensino superior, além de contribuir para a formação de pesquisadoras juniores.

A Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal destaca a importância da inclusão de mulheres pertencentes a segmentos minoritários em todas as fases de planejamento, produção e difusão de tecnologias sociais.

Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Projeto “Mulheres Quilombolas nas Ciências” da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal é aprovado no edital CNPq/MCTI Universal

Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, uma iniciativa vinculada ao Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências (INCT Caleidoscópio), aprovou o projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências" no Edital CNPq/MCTI Nº 10/2023 - Universal, Faixa B - Grupos Consolidados.

Coordenado pela professora Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), o projeto de pesquisa tem como objetivo estudar as trajetórias de profissionalização acadêmica de mulheres quilombolas, identificando as principais dificuldades enfrentadas por essas mulheres para continuar seus estudos e acessar o ensino superior em níveis de graduação e pós-graduação.

O projeto, com duração de 36 meses, visa preencher lacunas significativas na pesquisa acadêmica sobre o acesso, permanência e formação de doutoras quilombolas nas universidades. Além disso, busca ressignificar o papel das mulheres negras nas ciências, confrontando o racismo acadêmico, a misoginia e a discriminação racial. O projeto pretende também colaborar no fortalecimento de políticas e programas voltados para estudantes quilombolas.

“Mulheres Quilombolas nas Ciências” reúne pesquisadoras de regiões com significativa presença quilombola no Brasil. Atualmente, o grupo, formado por oito universidades, incluindo a UFBA e a UFCG, articula as seguintes pesquisadoras: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim (UFRN); Candida Soares da Costa (UFMT); Denize de Almeida Ribeiro (UFRB); Flávia Cristina Silveira Lemos (UFPA) Karla Adriana Bessa (Unicamp); Karla Galvão Adrião (UFPE); Maristela de Melo Moraes (UFCG); e as pós-doutorandas Karine Santana (UFBA) e Zizele Ferreira (UFCG).


Sobre a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal

A Incubadora, coordenada pelas professoras Dolores Galindo (UFCG) e Silvia Lúcia Ferreira (UFBA), visa fomentar boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades e suporte à trajetória formativa de mulheres estudantes universitárias pertencentes a grupos minorizados. A gestão é orientada por um modelo de diálogo entre universidade e sociedade, com dois conselhos (Incubadora-Universidades e Incubadora-Sociedade) que se reunirão anualmente para discutir relatórios, produtos e resultados.