Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas inicia encontros no dia 14 de agosto com leitura de Um Defeito de Cor de Ana Maria Gonçalves: veja como participar

Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas inicia encontros no dia 14 de agosto com leitura de Um Defeito de Cor de Ana Maria Gonçalves: veja como participar

O Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas inicia, no dia 14 de agosto, uma série de encontros quinzenais para a leitura comunitária e rodas de conversa sobre a obra Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves. A atividade integra um projeto de extensão e será realizada às sextas-feiras, às 15h30, na sede do INCT Caleidoscópio e, sempre que possível, nas áreas verdes do Campus Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília (UnB).

A proposta parte da literatura como espaço para o acesso a diferentes perspectivas e narrativas e da leitura de autoras negras como uma prática política feminista e antirracista. Ao reunir participantes em torno da leitura e da partilha de experiências, o Clube busca construir momentos de aquilombamento, reconexão, teorização, resgate da ancestralidade e fortalecimento da imaginação de outros futuros possíveis para mulheres negras e suas comunidades.

Nesta primeira etapa do Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas, os encontros serão dedicados à leitura de Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves. A dinâmica inclui um chazinho, leitura comunitária e rodas de conversa sobre a obra, realizadas ao ar livre sempre que as condições permitirem. Os capítulos e as páginas que orientarão cada encontro serão definidos coletivamente de uma atividade para a outra.

A programação começa em 14 de agosto e segue com encontros nos dias 28 de agosto, 11 e 25 de setembro e 23 de outubro. No dia 6 de novembro, será realizada a avaliação do semestre, seguida pelo planejamento do semestre seguinte e uma confraternização.

O projeto de extensão contará com certificação ao final das atividades. Os encontros acontecem na sede do INCT Caleidoscópio, localizada na Ala Sul, Subsolo, Módulo 8, e em outros espaços ao ar livre do Campus Darcy Ribeiro, quando o tempo permitir.

Confira a programação

Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas inicia encontros no dia 14 de agosto com leitura de Um Defeito de Cor de Ana Maria Gonçalves
Programação Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas.

Resumo

Clube do Livro Escritoras Afrodiaspóricas: Um Defeito de Cor (Parte 1)

Início: 14 de agosto de 2026

Horário: sextas-feiras, às 15h30, quinzenalmente

Local: sede do INCT Caleidoscópio – ICC Sul, Subsolo, Módulo 8 – e áreas verdes do Campus Darcy Ribeiro

Atividade: leitura comunitária e rodas de conversa sobre Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves

Certificação: projeto de extensão com certificado ao final

Mais informações: gtter@unb.br

INCT Caleidoscópio se reúne com a Pró-reitoria de Pesquisa da Unicamp para discutir possibilidades de institucionalização da Incubadora Social Feminista de IA

INCT Caleidoscópio se reúne com a Pró-reitoria de Pesquisa da Unicamp para discutir possibilidades de institucionalização da Incubadora Social Feminista de IA

Autoria Letícia Moreira

Encontro apresentou a proposta e as ações já desenvolvidas pelo Observatório Caleidoscópio e pela Incubadora Social Feminista, destacando experiências de formação com estudantes da pré-iniciação científica e perspectivas de institucionalização da iniciativa na Universidade.

A Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebeu, no dia 22 de julho, a equipe da Incubadora Social Feminista de Inteligência Artificial (IA), vinculada ao INCT Caleidoscópio em sua nucleação Sul-Sudeste, para uma reunião de apresentação das ações desenvolvidas pelo Instituto e discussão de possibilidades de fortalecimento institucional da Incubadora, que está em implementação na Universidade desde 2025. O encontro reuniu a professora Ana Frattini, Pró-reitora de Pesquisa; o professor Eduardo José Marandola Junior, assessor docente da Pró-Reitoria; a professora Karla Bessa, vice-coordenadora do INCT Caleidoscópio e uma das coordenadoras do Observatório Caleidoscópio na nucleação Sul-Sudeste; Mirlene Simões, pós-doutoranda no INCT e Letícia Moreira, jornalista de ciência no INCT.

Durante a reunião, a equipe apresentou o Instituto e o Observatório, seus principais eixos de atuação e instrumentos de pesquisa, formação e articulação. O foco foi a Incubadora Social Feminista de IA, iniciativa que busca fomentar processos de produção crítica de conhecimento comprometidos com a justiça social, a equidade de gênero e a inovação científica.

Na Unicamp, o INCT, seu Observatório e a Incubadora estão sediados no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu. Para Ana Frattini, a reunião marcou o início de conversas e novas parcerias possíveis junto à Universidade. “Vejo muitas oportunidades de aproximação da Unicamp com as atividades que estão sendo desenvolvidas pela Incubadora”, declara a pró-reitora.

Aproximações institucionais

Mirlene Simões apresentou o plano estratégico da Incubadora, que tem como um dos objetivos atrair jovens estudantes para as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Também foram relatadas as atividades junto a cinco estudantes do Ensino Médio da Escola Estadual Barão Geraldo de Rezende (EEBGR), em Campinas, bolsistas do programa de iniciação científica científica para o Ensino Médio, o PIBIC-EM, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), realizado por meio do Observatório.

Simões, que é uma das responsáveis pela condução das atividades com as alunas, evidenciou o potencial da Incubadora na formação de jovens pesquisadoras e na aproximação entre universidade, escola e comunidade. As ações desenvolvidas demonstram como a pesquisa pode contribuir para a formação científica desde a educação básica.

Para Karla Bessa, o encontro com a PRP foi estratégico, pois a proposta da Incubadora é principalmente fomentar a pesquisa e a produção crítica de conhecimento para gerar novas tecnologias sociais. “Estamos tratando de pesquisa, de formação crítica e estudos sobre as linguagens, como o audiovisual, para podermos chegar na Inteligência Artificial como linguagem com potencial para ações pela justiça social”, comenta. Bessa destaca que o objetivo da iniciativa difere do modelo tradicional de incubadoras voltadas ao empreendedorismo. “O propósito da Incubadora não é gerar CNPJs, mas incubar ideias, pesquisas e conceitos”, explica.

O encontro ampliou o diálogo sobre possibilidades de institucionalização junto à Unicamp. A conversa permitiu identificar convergências entre as ações desenvolvidas pela Incubadora e as políticas de pesquisa e formação da Universidade, apontando caminhos para futuras parcerias e para o fortalecimento de iniciativas voltadas à produção de conhecimento socialmente comprometido.

Para Frattini, a reunião foi um passo importante pois esclareceu efetivamente o que significa uma proposta de incubação social. “Com esse primeiro passo dado, é importante agora que nós da PRP consigamos planejar o futuro desta parceria para incluir o trabalho da Incubadora naquilo que a gente pensa para uma nova Unicamp e seus novos espaços”, declara.

Para o professor Eduardo José, assessor da PRP, a proposta da Incubadora abre muitas possibilidades contemporâneas de atuação das áreas ligadas às ciências humanas. “Isso não em uma dicotomia com outras áreas, mas numa perspectiva bastante integrada, atual e necessária para enfrentarmos desafios sociais contemporâneos, em especial na formação, produção e participação no conhecimento científico”, completa. 

Uma incubadora social feminista com ênfase em Inteligência Artificial (IA)

A Incubadora Social Feminista de IA (2025-2027) tem como principal intuito ser um espaço de formação crítica de estudantes da rede pública de ensino, em especial meninas negras e periféricas, com ênfase em temáticas como justiça climática, tecnologia, inteligência artificial e equidade de gênero. Está institucionalmente vinculada ao INCT Caleidoscópio por meio do Observatório Caleidoscópio Sul/Sudeste. 

Sete mulheres (sendo três adultas e cinco jovens estudantes) estão sentadas ao redor de mesas escolares agrupadas no centro de uma biblioteca. Sobre as mesas, há exemplares abertos de um jornal impresso. A mulher à esquerda veste um macacão claro sem mangas e óculos de armação preta; ao seu lado, outra mulher veste blusa preta. As estudantes sorriem para a câmera. Ao fundo, veem-se estantes de livros, computadores, um ventilador de parede e um quadro escolar com letras do alfabeto coloridas na parte superior. Fim da descrição.

Atualmente, os encontros semanais com as estudantes da Escola Estadual Barão Geraldo de Rezende têm se voltado a leituras sobre gênero, raça e diversidade, além de uma formação para a linguagem e recursos audiovisuais. Em 2025, a Incubadora promoveu o Fórum Permanente “Inteligência Artificial, Ciência e Ética – Alternativas para um Futuro Menos Algorítmico”, junto à Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (ProEEC), o Pagu e a Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN) da Unicamp, realizado presencialmente no Centro de Convenções (CDC) da Unicamp, transmitido ao vivo no canal do Youtube da Universidade.

A proposta da Incubadora é que as experiências desenvolvidas estejam ancoradas em experiências locais e possam gerar tecnologias sociais e produtos educativos, como chatbots feministas, cartilhas e kits pedagógicos, plataformas online com recursos abertos e acessíveis, além de publicações científicas e relatórios de impacto. A expectativa é que mais de 100 estudantes sejam contempladas com os programas de formação. Além disso, espera-se expandir as parcerias institucionais com secretarias de educação e instituições de ensino.

Encontro “Saúde e Política em Corpos Indígenas” convida mulheres, jovens, crianças e anciãs indígenas para documentário participativo no dia 8 de agosto

Encontro “Saúde e Política em Corpos Indígenas” convida mulheres, jovens, crianças e anciãs indígenas para documentário participativo no dia 8 de agosto

A Arandu – Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade, da Incubadora Social do INCT Caleidoscópio, com apoio da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Federal de Brasília (IFB) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), convida toda a comunidade, especialmente mulheres indígenas jovens, mulheres de corpos diversos, crianças e anciãs, para o encontro realizado no dia 8 de agosto, às 10h, no Santuário dos Pajés, no Distrito Federal.

Com o tema "Saúde e Política em Corpos Indígenas", os encontros mensais promovem diálogos sobre saúde, cuidado e políticas que atravessam os corpos indígenas em suas diferentes interseccionalidades. Ao longo das atividades, será construído um minidocumentário participativo a partir de registros em áudio e vídeo produzidos coletivamente pelas participantes. Não é necessário ter participado do primeiro encontro para integrar a iniciativa.

A seguir, Ana Carolina Costa, estudante de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB) e bolsista da Rede de Polos de Extensão da UnB (REPE), compartilha seu relato de experiência sobre o primeiro encontro do projeto, realizado em 18 de julho deste ano.

Saúde e Política em Corpos Indígenas: um documentário participativo

Texto de Ana Carolina Costa

Estudante de Ciência Política na Universidade de Brasília e bolsista pela Rede de Polos de Extensão da UnB (REPE) no projeto Indigeneidades em diálogo no DF: Ecologia de Saberes, Saúde dos Corpos e Políticas Interseccionais.

O mês de julho marcou o início dos encontros mensais sobre "Saúde e Política em Corpos Indígenas" no Santuário dos Pajés, primeira terra indígena demarcada do Distrito Federal.

A iniciativa é organizada pela Arandu – Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade, da Incubadora Social do INCT Caleidoscópio, com apoio da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Federal de Brasília (IFB) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), e busca promover diálogos sobre saúde e política a partir das experiências de corpos diversos, valorizando diferentes trajetórias, saberes e as vivências de mulheres indígenas.

Ao final do processo, será produzido um minidocumentário participativo a partir da reunião dos registros audiovisuais realizados durante as atividades.

O primeiro encontro, aberto para toda a comunidade, ocorreu no dia 18 de julho, no Centro Cultural Márcia Guajajara, e proporcionou um espaço para que as pessoas se conhecessem. A atividade contou com uma dinâmica em grupos menores, na qual todas as pessoas participaram das gravações, fazendo perguntas, entrevistando e compartilhando suas respostas a partir de duas questões: "O que é saúde para você?" e "O que você gostaria de conversar nesses encontros?"

Após as gravações das apresentações e respostas, todas as pessoas se reuniram para assistir aos vídeos e anotar os temas considerados importantes para as próximas atividades. Ao final, as contribuições formaram um painel coletivo e colorido.

Durante a atividade, foi servido um café da manhã, e aconteceram momentos de pausa e convivência. Após a exibição dos vídeos, houve uma roda de conversa sobre as experiências de entrevistar, ser entrevistado e assistir aos registros produzidos. Isso possibilitou o compartilhamento de sentimentos, impressões e reflexões sobre a construção coletiva do documentário.

O próximo encontro "Saúde e Política em Corpos Indígenas" será realizado no dia 8 de agosto, dando continuidade aos diálogos e registros que irão compor o minidocumentário participativo.

I Seminário online do GT História e Memórias de Mulheres debate pesquisas sobre educação, memória e visibilidade

I Seminário online do GT História e Memórias de Mulheres debate pesquisas sobre educação, memória e visibilidade

O Grupo de Trabalho (GT) História e Memórias de Mulheres: educação e visibilidade, do CIP/INCT Caleidoscópio, realiza no dia 18 de agosto de 2026, das 8h50 às 13h (GMT-3), o I Seminário online do GT História e Memórias de Mulheres: educação e visibilidade. O evento reunirá pesquisadoras do Instituto para compartilhar projetos e pesquisas desenvolvidos no âmbito do grupo temático, abordando diferentes perspectivas sobre histórias de vida, memória, gênero, educação e direitos humanos.

Entre os temas desenvolvidos pelo GT estão pesquisas sobre corpos que menstruam; mulheres migrantes, trans e travestis; violência contra as mulheres e resistência; culpabilização de vítimas de crimes sexuais; morte e questões de gênero; empoderamento, sororidade e dororidade; história das mulheres e epistemologias feministas; saberes e práticas das parteiras tradicionais; tradição oral e história oral; raça, resistência, prevenção da violência, promoção de direitos e equidade; mulheres migrantes e arte; transmigração; decolonialidade e antirracismo.

Além das atividades de pesquisa e dos encontros promovidos pelo grupo, o GT desenvolve ações de comunicação científica comunitária por meio do Pod HMM, podcast com publicações bimestrais dedicadas a histórias de vida e trajetórias de mulheres nas ciências, em movimentos sociais e na defesa dos direitos humanos. A iniciativa busca ampliar a visibilidade dessas experiências e contribuir para a construção de um acervo sobre mulheres que atuam em diferentes áreas do conhecimento.

Durante o seminário, serão apresentados projetos desenvolvidos por pesquisadoras do GT. A programação terá início às 9h, com a abertura e apresentação conduzidas por Jacqueline Fiuza da Silva Regis. Em seguida, Dulceli de Lourdes Tonet Estacheski apresentará a pesquisa "Histórias e Memórias de Mulheres em Nova Andradina/MS". Às 10h, Silvéria Maria dos Santos ministrará a apresentação "Arte de partejar: ofício, ancestralidade e reciprocidade das parteiras tradicionais".

Após um intervalo, às 11h, Julia Lene da Silva Souza apresentará "Elis Regina: resistência na ditadura militar". Na sequência, às 11h30, Carolina Gonçalves Gonzalez abordará o tema "Deambulares Poéticos: patrimônio da UnB entre-linhas, tramas e costuras". O evento será encerrado às 12h com uma roda de conversa entre as participantes.

O seminário é uma atividade de extensão certificada pela Universidade de Brasília (UnB) e é organizado pelo GT Histórias e Memórias de Mulheres: educação e visibilidade, do CIP/INCT Caleidoscópio, em parceria com o Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade (NELiS/CEAM/UnB).

Informações importantes

Site do evento: I Seminário online do GT História e Memórias de Mulheres: educação e visibilidade

Data: 18 de agosto de 2026

Horário: 8h50 às 13h (GMT-3)

Formato: Online

Certificação: Universidade de Brasília (UnB)

Inscrições abertas para o terceiro encontro do I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe”

Inscrições abertas para o terceiro encontro do I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe”

As inscrições são gratuitas e os próximos encontros acontecem entre julho e dezembro.

Estão abertas as inscrições para participação nos próximos encontros do I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe”, pelo Observatório Caleidoscópio por meio da Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal e pela Incubadora Social Feminista Social Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, ambos no âmbito do INCT Caleidoscópio, em cooperação com a Universidade Agostinho Neto (UAN – Angola) e a Universidade Católica de Angola (UCAN).

Coordenado pelas professoras Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e Helena Veloso, do Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Sociais da UAN e de Pós-Graduação em Consulta Psicológica da UCAN, o ciclo tem como eixo temático a promoção de “Diálogos desde a Produção Acadêmica de Mulheres Negras: Diálogos África e Diáspora Africana”. Essa é uma realização conjunta entre Brasil e Angola, o ciclo é destinado a pesquisadoras(es), estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais, integrantes de movimentos sociais e pessoas interessadas nas temáticas abordadas.

As atividades acontecem entre março e dezembro de 2026 em formato híbrido, com encontros presenciais no Auditório do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal de Campina Grande (CCBS/UFCG) e com transmissão ao vivo pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube, para ampliar a participação de pesquisadoras/es de diferentes países africanos e latino-americanos, fortalecendo a articulação para as redes de cooperação Sul-Sul e ampliando a circulação transnacional do conhecimento. As inscrições podem ser feitas neste formulário.

O primeiro encontro, intitulado “Nós em Rede” Produção Acadêmica de Mulheres Negras na Última Década: Diálogos África e Diáspora Africana (Angola, Brasil e Cuba) aconteceu em março. Já o segundo encontro, Psicologias, migrações e mudanças climáticas: experiências de mulheres negras no Sul Global, ocorreu em maio está disponível aqui.

Neste terceiro seminário, o tema será sobre Produção acadêmica de mulheres negras: disputas epistemológicas e legitimidade do conhecimento. Com realização no dia 30 de julho, 09h (Horário de Brasília); 13h (Horário de Luanda, Angola), o encontro está dividido em três momentos:

Liberdade acadêmica afrodiaspórica: As associações de pesquisadores/as afrodescendentes e seu papel nas lutas contra o sexismo e o racismo no campo acadêmico: Profa. Dra. Anny Ocoró Loango – Universidad Nacional de Tres de Febrero e Posgrado da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Argentina.

Tecnologias ancestrais de cuidado em saúde no Território Quilombola de Lagoa Grande para contracolonizar e bem viverTamille dos Santos Ferreira – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde da População Negra e Indígena da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (PPGSPNI / UFRB)- Território Quilombola de Lagoa Grande, Feira de Santana-BA, Brasil.

Relações raciais, educação escolar quilombola, memórias e narrativas: Profa. Dra. Candida Soares da Costa – Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (PPGE-UFMT), Brasil.

Sobre o Ciclo de Seminários Internacionais

O atual Ciclo Internacional de Seminários emerge da construção e consolidação de redes internacionais de pesquisa entre mulheres negras e mulheres de territorialidades fronteiriças nas ciências do Sul Global, articulando universidades, pesquisadoras, experiências territoriais e produção científica entre África, América Latina e Caribe. Os encontros se ancoram em marcos políticos da trajetória de suas lutas, dialogando com datas fundamentais às insurgências de mulheres negras, afrodescendentes e quilombolas: o Dia Internacional da Mulher; o Dia da África; o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha; o Dia Internacional Contra o Tráfico de Mulheres; o Dia Nacional da Consciência Negra; e o Dia Internacional dos Direitos Humanos. 

Nesta direção, a iniciativa resulta de uma cooperação internacional com a Red Internacional de Voces Afrofeministas (RIVAS) e com o Grupo de Trabalho Afrodescendentes Propostas Contrahegemónicas da CLACSO, com fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A organização está a cargo do Grupo de Pesquisa Ateliê: psicologias, feminismos e contracolonialidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), em parceria com a Universidade Agostinho Neto (UAN) e a Universidade Católica de Angola (UCAN).

Nacionalmente, articula-se com o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Assis (PPGPsico-UNESP), GEM - Centro de Estudos e Pesquisas sobre Mulheres, Gênero, Saúde e Enfermagem e com o Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA). 

Fabular criticamente, a partir da provocação que nos faz Saidiya Hartman (2008, 2022), permite forjar composições, rompimentos e tensionamentos, os quais excedem ou mesmo extrapolam e transgridem o cálculo racial que atravessa os arquivos lacunares da produção acadêmica em Psicologia e em campos disciplinares com os quais dialogamos, marcados também por formas de epistemicídio discutidos por Sueli Carneiro (2005).

Como nos lembram bell hooks (2019) e Gonzalez (1988), importa criar espaços onde, como pessoas negras, afrodescendentes e quilombolas, a partir dos feminismos negros e africanos (Oyěwùmí, 2011, 2020), interrogamos o “olhar do Outro” e também “olhamos de volta”, umas para as outras, dando nome ao que vemos, sentimos e pesquisamos, em escritas constituídas pela experiência e pela memória coletiva, em movimentos de escrevivência, tal como nos convida Conceição Evaristo (2020), escapando às narrativas de histórias únicas nas ciências (Correia, 2020; Septien, 2022). 

Situamos o presente ciclo internacional de seminários como uma prática de Confabulação Crítica, ou seja, um trabalho coletivo de fabulação que se dá num arquivo necessariamente lacunar da Psicologia, traçando conexões entre Angola e Brasil, refazendo rotas e percursos de mulheres pesquisadoras numa temporalidade que se esboça a partir de corpos atravessados pela diáspora, exílio, refúgio e por comunidades de destino. 

Com atividades realizadas entre março de 2026 e dezembro de 2026 sob a mediação por Dolores Galindo (UFCG) e Helena Veloso (UAN/UCAN), os encontros reúnem pesquisadoras negras, afrodescendentes e quilombolas de países da África, América Latina e Caribe em torno de debates sobre produção acadêmica de mulheres negras, psicologias, raça, gênero, territorialidades, mudanças climáticas e epistemologias do Sul Global. Ao longo da programação, pesquisadoras de Angola, Brasil, Cuba e Argentina apresentam suas pesquisas sobre psicologias, mudanças climáticas, migrações, políticas públicas, cuidado comunitário, linguagens, territorialidades quilombolas e disputas epistemológicas, fortalecendo redes de cooperação científica entre África, América Latina e Caribe.

Esta ação é vinculada aos projetos de pesquisa “Mulheres Quilombolas nas Ciências: políticas de permanência nas universidades e produção de subjetividades” (Edital Universal 10/2023; Auxílio: 2751/2025) e “Mulheres Quilombolas na Pós-Graduação em Psicologia: uma agenda em construção” (Bolsa de Produtividade em Pesquisa CNPq).

Veja como participar

Os encontros acontecem em formato híbrido com transmissões entre Brasil e Angola pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube, para ampliar a participação de pesquisadoras/es de diferentes países africanos e latino-americanos, fortalecendo as redes de cooperação Sul-Sul e ampliando a circulação transnacional do conhecimento.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível neste link, também presente na bio do nosso perfil do Instagram @INCTCaleidoscopio.

A certificação será emitida pela Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio, sede Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para participantes com frequência mínima de 75% nas atividades do ciclo.

Confira a programação completa dos próximos encontros

Todos os encontros têm a mediação das professoras doutoras Dolores Galindo e Helena Veloso. A certificação será emitida pela Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio, sede Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para participantes com frequência mínima de 75% nas atividades do ciclo.

Seminário III – Produção acadêmica de mulheres negras: disputas epistemológicas e legitimidade do conhecimento

Quando: 30 de julho, 09h (Horário de Brasília); 13h (Horário de Luanda, Angola)

Liberdade acadêmica afrodiaspórica: As associações de pesquisadores/as afrodescendentes e seu papel nas lutas contra o sexismo e o racismo no campo acadêmico: Profa. Dra. Anny Ocoró Loango – Universidad Nacional de Tres de Febrero e Posgrado da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Argentina.

Tecnologias ancestrais de cuidado em saúde no Território Quilombola de Lagoa Grande para contracolonizar e bem viverTamille dos Santos Ferreira – Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde da População Negra e Indígena da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (PPGSPNI / UFRB)- Território Quilombola de Lagoa Grande, Feira de Santana-BA, Brasil.

Relações raciais, educação escolar quilombola, memórias e narrativas: Profa. Dra. Candida Soares da Costa – Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (PPGE-UFMT), Brasil.

Seminário IV – Linguagem, Psicologias e contracolonialidades entre África e Brasil

Quando: 24 de setembro, 09h (Horário de Brasília); 13h (Horário de Luanda, Angola)

O valor psicológico da palavra mãe na construção da identidade cultural: Profa. Ma. Ana Bela Loureiro – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Angola (FCH-UCAN), Angola.

Psicologia e epistemologias contracoloniais: Profa. Dra. Jaileila de Araújo Menezes – Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Brasil.

PsicoQUILOMBOlogia como metodologia de cuidado e acolhimento bioancestral afroreferenciado: Psic. Mestra Charlene Costa Bandeira – Universidade Federal Fluminense (UFF), Comunidade Quilombola Macanudos- Rio Grande, RS, Brasil.

Seminário V – Psicologias, políticas públicas e práticas comunitárias de cuidado entre mulheres negras e quilombolas

Quando: 26 de novembro, 09h (Horário de Brasília); 13h (Horário de Luanda, Angola)

Com o mundo às costas: Stress e identidades sociais nas zungueiras de Luanda: Profa. Dra. Madalena Ramos – Universidade Agostinho Neto (UAN), Angola.

Saberes, corpos-territórios e memórias de uma comunidade quilombola: Mestra Ronilda Bordó de Freitas – Universidade Federal do Pará (UFPA)- Comunidade Quilombola Vila de Umarizal, Baião-PA, Brasil.

Contribuições de mulheres negras para a formação em Psicologia na Universidade Federal do Rio Grande: Profa. Dra. Diônvera Coelho da Silva, Universidade Federal de Pelotas (UFPEl), Brasil.

Seminário VI – Psicologias, Infâncias Negras, Linguagens e Políticas de Escrita: contribuições de mulheres negras entre Angola e Brasil

Quando: 03 de dezembro, 09h (Horário de Brasília); 13h (Horário de Luanda, Angola)

A toponímia de Luanda contemporânea: Profa. Dra. Jeanine da Silveira – Universidade Católica de Angola (UCAN), Angola.

Infâncias negras pelas mãos de Virgínia Bicudo e Conceição Evaristo: Profa. Dra. Luiza Oliveira – Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil.

Zaire é um velho menino: notas para uma pesquisa quilombista em Psicologia: Mestra Luane Pereira Souza Macedo – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Quilombo da Conceição, Bequimão-MA, Brasil.

Psicologia social, relações étnico-raciais e produção de conhecimento: Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus – Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Programa de Pós-Graduação em Ensino de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PROFHISTÓRIA/UFRRJ) e Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da Fundação Oswaldo Cruz (PPGBIOS/FIOCRUZ), Brasil.

Caderno Orientador sobre maternidades quilombolas nas universidades será lançado em evento ao vivo dia 20 de julho

Caderno Orientador sobre maternidades quilombolas nas universidades será lançado em evento ao vivo dia 20 de julho

Publicação reúne recomendações construídas com mulheres quilombolas para fortalecer políticas de permanência, cuidado e equidade racial nas universidades brasileiras.

Como construir políticas universitárias capazes de responder às experiências vividas por mães quilombolas? De que maneira universidades, gestoras(es), pesquisadoras(es), movimentos sociais e comunidades podem atuar conjuntamente para ampliar condições de permanência, cuidado e equidade na educação superior?

Essas questões orientam o Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas, tecnologia social que será lançada no próximo 20 de julho de 2026, das 10h às 12h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube.

A publicação resulta de pesquisas desenvolvidas em diálogo permanente com mulheres quilombolas e integra o Projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências: políticas de permanência nas universidades e produção de subjetividades" (Edital Universal 10/2023; Auxílio nº 2751/2025) e o projeto "Mulheres Quilombolas na Pós-Graduação em Psicologia: uma agenda em construção" (Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq), coordenados pela Profa. Dra. Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande.

Essa iniciativa é desenvolvida no âmbito da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal e da Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal no âmbito do Observatório Caleidoscópio, frentes de atuação do INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências, com coordenação do Grupo de Pesquisa Ateliê: psicologias, feminismos e contracolonialidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande.

O lançamento também materializa uma cooperação institucional construída entre a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal e a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, formalizada por meio do Termo de Compromisso Cidadão em Ciência, Tecnologia e Sociedade para Ensino, Pesquisa, Extensão e Transferência de Tecnologias Sociais, assinado em 07 de agosto de 2024. O acordo estabelece o compromisso de fortalecer, por meio da produção compartilhada de pesquisas e tecnologias sociais, as trajetórias de mulheres quilombolas pesquisadoras nas universidades, bem como definir princípios para pesquisas desenvolvidas em territórios quilombolas e com quilombolas, orientados pela ciência cidadã, pelo diálogo com as comunidades e pela valorização dos direitos quilombolas. Para conhecer mais, acesse.

Construído de forma colaborativa entre pesquisadoras negras e quilombolas, graduandas negras quilombolas, comunidades, integrantes movimentos sociais e universidades, o caderno apresenta recomendações destinadas ao fortalecimento das políticas institucionais de permanência de estudantes mães quilombolas, articulando evidências produzidas pela pesquisa científica, experiências comunitárias e conhecimentos construídos nos territórios.

Entre os conteúdos da publicação encontram-se:

  • Recomendações para universidades, gestoras(es), equipes de assistência estudantil e formuladoras(es) de políticas públicas.
  • Diretrizes para o desenvolvimento de políticas de permanência voltadas às maternidades quilombolas.
  • Experiências produzidas por mulheres quilombolas em diferentes territórios brasileiros.
  • Reflexões sobre maternidades, cuidado, permanência universitária, racismo, gênero e direitos.
  • Orientações para projetos de pesquisa, extensão, ensino e formação profissional.
  • Estratégias voltadas à construção de ambientes universitários comprometidos com a equidade étnico-racial e de gênero.

A publicação destina-se a:

  1. Docentes da Educação Superior e da Educação Básica.
  2. Pesquisadoras(es) e estudantes de graduação e pós-graduação.
  3. Gestoras(es) universitárias(os) e equipes de assistência estudantil.
  4. Pró-Reitorias, coordenações de cursos, núcleos de ações afirmativas e setores de apoio estudantil.
  5. Projetos de pesquisa e extensão.
  6. Movimentos sociais, comunidades quilombolas e organizações da sociedade civil.
  7. Instituições públicas comprometidas com a promoção da permanência e da equidade racial na educação superior.

O evento reunirá pesquisadoras de diferentes universidades brasileiras, lideranças quilombolas e representantes de instituições públicas e organizações da sociedade civil para discutir maternidades, permanência universitária, tecnologias sociais e produção compartilhada do conhecimento.

Após o lançamento, o Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas estará disponível gratuitamente, em formato digital, no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal: https://www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br.

Esta atividade integra o Ciclo de Tecnologias Sociais do Projeto Mulheres Quilombolas nas Ciências, composto por guias, cadernos orientadores, cadernos de recursos e materiais audiovisuais que serão disponibilizados entre julho e novembro de 2026. As publicações abordam diferentes dimensões do acesso, da permanência, da produção científica e das trajetórias acadêmicas de mulheres quilombolas, reunindo resultados de pesquisas, experiências comunitárias e tecnologias sociais construídas de forma colaborativa.

As próximas atividades, as publicações e os materiais produzidos poderão ser acompanhados no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, disponível em www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br, e nos canais de comunicação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Caleidoscópio, do Projeto Mulheres Quilombolas nas Ciências e do Grupo de Pesquisa Ateliê: Psicologias, Feminismos e Contracolonialidades.

A Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal é coordenada pela Profa. Dra. Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande, e pela Profa. Dra. Sílvia Lúcia Ferreira, da Universidade Federal da Bahia.

Serviço

Evento: Lançamento do Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas

Data: 20 de julho de 2026

Horário: 10h às 12h (horário de Brasília)

Modalidade: On-line

Transmissão ao vivo pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube: clique aqui e salve a prévia.

Acesse o caderno gratuitamente, após o lançamento, no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal: https://www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br.