Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Matéria reprodução da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT

Por: Luiz Carlos Bezerra, em 25/1/2024. Acesso à matéria!

Com foco no fortalecimento das boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades, a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, divulga a aprovação do projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências" em edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de 2023.

A incubadora, que é uma iniciativa vinculada ao Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências (INCT Caleidoscópio), é coordenado pela professora Dolores Galindo, Professora Permanente dos Programas de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

A docente atua também na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia e Sociedade da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A docente Silvia Lúcia Ferreira da Universidade Federal da Bahia (UFBA), também coordena a ação, que tem como objetivos, o projeto de pesquisa aprovado busca estudar as trajetórias de profissionalização acadêmica de mulheres quilombolas, identificando as principais dificuldades enfrentadas por essas mulheres para continuar seus estudos e acessar o ensino superior em níveis de graduação e pós-graduação.

O projeto, com duração de 36 meses, visa preencher lacunas significativas na pesquisa acadêmica sobre o acesso, permanência e formação de doutoras quilombolas nas universidades. Além disso, busca ressignificar o papel das mulheres negras nas ciências, confrontando o racismo acadêmico, a misoginia e a discriminação racial.


Rede colaborativa

Na equipe, o projeto reúne pesquisadoras de regiões com significativa presença quilombola no Brasil, que desempenham um papel relevante no fortalecimento de políticas e programas voltados para estudantes quilombolas. O grupo, formado por oito universidades, incluindo as sedes da Incubadora, (UFBA) e a UFCG, articula as seguintes pesquisadoras: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim (UFRN); Candida Soares da Costa (Nepre-UFMT); Denize de Almeida Ribeiro (UFRB); Flávia Cristina Silveira Lemos (UFPA) Karla Adriana Bessa (Unicamp); Karla Galvão Adrião (UFPE); Maristela de Melo Moraes (UFCG); e as pós-doutorandas Karine Santana (UFBA) e Zizele Ferreira (UFCG) .

Ainda como premissa, a Incubadora visa fomentar boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades e suporte à trajetória formativa de mulheres estudantes universitárias pertencentes a grupos minorizados. A governança é orientada por um modelo de diálogo entre universidade e sociedade, com dois conselhos (Incubadora-Universidades e Incubadora-Sociedade) que se reunirão anualmente para discutir relatórios, produtos e resultados.

Sobre o Projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências", uma das ações prioritárias da Incubadora, pretende não apenas analisar as estruturas universitárias, mas também promover o levantamento e sistematização de boas práticas existentes. O estudo visa entender as dificuldades enfrentadas por mulheres quilombolas no acesso e permanência no ensino superior, além de contribuir para a formação de pesquisadoras juniores.

A Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal destaca a importância da inclusão de mulheres pertencentes a segmentos minoritários em todas as fases de planejamento, produção e difusão de tecnologias sociais.

Projetos de pesquisadoras do INCT Caleidoscópio estão entre as 13 propostas aprovados da UFCG na Chamada Universal do CNPq

Projetos de pesquisadoras do INCT Caleidoscópio estão entre as 13 propostas aprovados da UFCG na Chamada Universal do CNPq

Matéria reprodução da Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Por: Ascom UFCG, em 1/12/2023. Acesso à matéria

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) teve 13 projetos aprovados na Chamada Pública Universal Nº 10/2023 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O resultado final foi divulgado nesta quinta-feira, dia 30.

Acesse aqui.

A chamada pública visa contribuir com propostas que promovam o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do país, em qualquer área do conhecimento. As propostas foram inseridas em duas faixas: a Faixa A, voltada para grupos emergentes com, no mínimo, três doutores, cujos projetos podem ser financiados até o valor de R$ 165 mil; e a Faixa B, destinada a grupos consolidados, com no mínimo cinco doutores e projetos limitados a R$ 275 mil.

Na UFCG, foram aprovados oito projetos na Faixa A e cinco na Faixa B. No total, os projetos estão aptos a receber R$ 1.135.927,09. Um das propostas aprovadas será coordenada pelo professor Fillipe de Oliveira Pereira, do Centro de Educação e Saúde (CES), campus Cuité, e líder do Fungi, Grupo de Pesquisa em Fungos da UFCG. O projeto pretende produzir cogumelos comestíveis, shimeji branco ou rosa, utilizando resíduos do processamento de frutas gerados por produtores e indústrias locais.

“Essa escolha estratégica baseia-se na aceitabilidade destes cogumelos como alimento e na possibilidade de cultivo sustentável. Os cogumelos com elevado teor de nutrientes e compostos bioativos servirão de insumos para o desenvolvimento de formulações nutracêuticas com potencial antioxidante e prebiótico”, explica o professor.

Segundo ele, com o desenvolvimento do projeto será possível disponibilizar à sociedade nutracêuticos inovadores produzidos com qualidade e bases sustentáveis para contribuir com o manejo de um dos grandes desafios contemporâneos: microbiota e saúde intestinal. “Além disso, será possível estabelecer uma rede ampla e multidisciplinar de pesquisadores, com sede no Curimatau da Paraíba, conectando a universidade e o setor produtivo local. A iniciativa é estratégica para posicionar a UFCG na vanguarda da pesquisa científica nacional, como uma universidade mais conectada com os desafios do nosso tempo”, destaca.

O grupo de pesquisa FUNGI conta com a colaboração dos pesquisadores Artur Alves Rodrigues da Silva, Bruna Braga Dantas, Francinalva Dantas de Medeiros, Igara Oliveira Lima e Toshiyuki Nagashima Júnior. Para o desenvolvimento da proposta, a equipe contou com parcerias estratégicas com as universidades federais da Paraiba (UFPB), do Oeste da Bahia (UFOB), de Minas Gerais (UFMG) e da Universidad Nacional de Asunción (Paraguai).

Confira abaixo a relação completa com os nomes dos professores da UFCG com projetos aprovados na Chamada Universal 2023:


Faixa A - Camilo Allyson Simões de Farias - R$ 46.000
Faixa A - Demóstenes Andrade de Moraes - R$ 77.050
Faixa A - Fillipe de Oliveira Pereira - R$ 150.000
Faixa A - Iure Borges de Moura Aquino - R$ 20.500
Faixa A - Juliana de Melo Cartaxo - R$ 50.000
Faixa A - Marcelo Costa Fernandes - R$ 82.720
Faixa A - Sheila Milena Pessoa dos Santos - R$ 37.840
Faixa A - Verônica Macário de Oliveira - R$ 35.500


Faixa B - Carlos de Oliveira Galvão - R$ 274.960
Faixa B - Dolores Cristina Gomes Galindo - R$ 93.480
Faixa B - Hans Raj Gheyi - R$ 114.000
Faixa B - Hélio de Lucena Lira - R$ 78.000
Faixa B - Veruschka Escarião Dessoles Monteiro - R$ 75.877

Conheça o projeto da Incubadora Social que visa promoção de Mulheres Quilombolas nas Ciências

Projeto “Mulheres Quilombolas nas Ciências” da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal é aprovado no edital CNPq/MCTI Universal

Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, uma iniciativa vinculada ao Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas Múltiplas Insurgências (INCT Caleidoscópio), aprovou o projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências" no Edital CNPq/MCTI Nº 10/2023 - Universal, Faixa B - Grupos Consolidados.

Coordenado pela professora Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), o projeto de pesquisa tem como objetivo estudar as trajetórias de profissionalização acadêmica de mulheres quilombolas, identificando as principais dificuldades enfrentadas por essas mulheres para continuar seus estudos e acessar o ensino superior em níveis de graduação e pós-graduação.

O projeto, com duração de 36 meses, visa preencher lacunas significativas na pesquisa acadêmica sobre o acesso, permanência e formação de doutoras quilombolas nas universidades. Além disso, busca ressignificar o papel das mulheres negras nas ciências, confrontando o racismo acadêmico, a misoginia e a discriminação racial. O projeto pretende também colaborar no fortalecimento de políticas e programas voltados para estudantes quilombolas.

“Mulheres Quilombolas nas Ciências” reúne pesquisadoras de regiões com significativa presença quilombola no Brasil. Atualmente, o grupo, formado por oito universidades, incluindo a UFBA e a UFCG, articula as seguintes pesquisadoras: Ana Karenina de Melo Arraes Amorim (UFRN); Candida Soares da Costa (UFMT); Denize de Almeida Ribeiro (UFRB); Flávia Cristina Silveira Lemos (UFPA) Karla Adriana Bessa (Unicamp); Karla Galvão Adrião (UFPE); Maristela de Melo Moraes (UFCG); e as pós-doutorandas Karine Santana (UFBA) e Zizele Ferreira (UFCG).


Sobre a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal

A Incubadora, coordenada pelas professoras Dolores Galindo (UFCG) e Silvia Lúcia Ferreira (UFBA), visa fomentar boas práticas de prevenção às violências interseccionais nas universidades e suporte à trajetória formativa de mulheres estudantes universitárias pertencentes a grupos minorizados. A gestão é orientada por um modelo de diálogo entre universidade e sociedade, com dois conselhos (Incubadora-Universidades e Incubadora-Sociedade) que se reunirão anualmente para discutir relatórios, produtos e resultados.

Inscrições abertas para o Simpósio Temático “Iniquidades, Desigualdades e Violências Interseccionais de Gênero e Sexualidade” no Fazendo Gênero 13

Inscrições abertas para o Simpósio Temático “Iniquidades, Desigualdades e Violências Interseccionais de Gênero e Sexualidade” no Fazendo Gênero 13

Por: Inara Fonseca | 4.out.2023

Estão abertas as inscrições para participação, na modalidade Comunicação Oral, no “Fazendo Gênero 13 contra o fim do mundo: anti-colonialismo, anti-fascismo e justiça climática”. As inscrições para apresentação de trabalhos vão de 02 de outubro a 02 de novembro de 2023. O evento ocorrerá entre 29 de julho e 02 de agosto de 2024, em modelo presencial e on-line, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis.

Com coordenação das professoras Karla Bessa (UNICAMP), Elizabete Ibarra (Unb) e Dolores Galindo (UFCG), o INCT Caleidoscópio propôs o Simpósio Temático 182 “Iniquidades, Desigualdades e Violências Interseccionais de Gênero e Sexualidade” . O Simpósio traz o debate sobre as experiências de redes de pesquisas geradoras de tecnologias sociais, de comunicação e informação; e de grupos de pesquisa ou de pesquisadoras que atuam na construção de observatórios, incubadoras, banco de dados para mapeamentos históricos e atuais sobre a participação e atuação de mulheres nas ciências.

O Simpósio acolherá também discussões derivadas de ações extensionistas que buscam a colaboração entre todos os níveis de formação e atuação universitária e a sociedade; e levantamentos e análises sobre estruturas administrativas como ouvidorias e comissões, voltadas para o atendimento especialmente de pessoas em situações de vulnerabilidade. Além de estudos que se propuseram à elaboração de análises de experiências de políticas públicas e institucionais que visam contribuir para a relevância das mulheres nas universidades e pesquisas, assim como para os desafios da permanência das jovens/mulheres nas carreiras universitárias.

As inscrições devem ser feitas na área de inscrições no site do evento.

Comunicações Orais

As Comunicações Orais poderão ser apresentadas nos Simpósios Temáticos por doutoras/es, mestras/es, estudantes de pós-graduação e graduadas/os/es (graduação concluída/profissionais), artistas e ativistas. Cada participante poderá apresentar apenas 1 (um) trabalho em apenas 1 (um) Simpósio Temático.

A pessoa deverá escolher 2 (dois) STs na ordem de sua preferência. O trabalho será avaliado pelas coordenadoras do ST. Caso seja avaliado como aprovado no primeiro, mas não exista espaço no ST escolhido, seu trabalho será enviado às coordenações da segunda opção. Caso o trabalho seja aceito mas não haja espaço para apresentação nos STs definidos, a comissão científica alocará o trabalho em ST do mesmo eixo temático.

Os trabalhos apresentados nos Simpósios Temáticos poderão incluir pesquisas, performances, relatos de experiências ou outras formas de expressão, desde que as propostas tenham aderência ao tema e sejam julgadas relevantes pelas/os coordenadoras/es dos STs.

Clique aqui para ver as normas completas para submissão de trabalho.


Texto interpretado em libras!

Para ver a chamada em libras ou audiodescrição, acesso o site a seguir clicando no link: https://www.fg2024.eventos.dype.com.br/informativo/view?TIPO=1&ID_INFORMATIVO=39

Femifilme: cine-debate 4ª edição (2023)

Femifilme: cine-debate 4ª edição (2023)

Grupo de Estudos Interdisciplinares sobre Gênero (GREIG/ELA/ICS/UnB) em parceria com: 

  • Núcleo de Estudos de Linguagem e Sociedade (NELIS/CEAM/UnB)
  • Núcleo de Estudos sobre as Mulheres (NEPeM/CEAM/UnB)
  • INCT Caleidoscópio
  • Coordenação de Mulheres (CODIM) da Secretaria de Direitos Humanos (SDH/UnB)
  • Grupo Mobilidades e contatos de línguas (MOBILANG/IL/UnB)

Coordenação

. Elizabeth Ruano-Ibarra (NELIS/CEAM, INCT Caleidoscópio, PPGECsA/ELA/ICS/UnB)
. Delia Dutra (UDELAR/CENUR LN - PPGECsA/ELA/ICS/UnB)

Comissão organizadora

. Elizabeth Ruano-Ibarra (CEAM e GREIG/ELA/ICS)
. Delia Dutra (UDELAR/CENUR LN e GREIG/ELA/ICS)
. Patrícia de Barros Marques (PPGECsA/UnB – Centro Interescolar de Línguas (CIL) Recanto das Emas/SEEDF)
. Susi Francis Amaral (PPGECsA/UnB – Centro de Ensino Fundamental CEF 01 Cruzeiro)

Descrição

O Femifilme cine-debate é um instrumento didático-pedagógico e ético-político que visa dinamizar sociabilidades e ritualidades decorrentes do ‘ato de assistir’ conteúdos audiovisuais, especialmente longas-metragens e documentários. Visamos a formação de ‘plateias’, sentidos e interações mediante a facilitação do acesso a audiovisuais que abordem temáticas sobre mulheres, gênero e feminismos latino-americanos, habitualmente marginalizadas pelos critérios mercadológicos do campo audiovisual. Também buscamos promover agenciamentos a partir dos debates gerados em duas sessões anuais do femifilme.

A origem do Femifilme se localiza disciplinarmente nas Ciências Sociais procurando persistentemente o diálogo interdisciplinar. Es uma estratégia de incorporação do gênero audiovisual ao campo de estudos sobre o pensamento latino-americano que, embora nascido na filosofia, nas últimas décadas, tem se voltado quase exclusivamente para a sociologia. Para tanto, o Femifilme se insere na disciplina “pensamento social e político latino-americano”, ministrada no programa de pós-graduação em Ciências Sociais (PPG-ECsA/UnB).

Os audiovisuais escolhidos para exibição-debate atendem ao critério de autoria de mulheres, isto é, têm prioridade as obras de autoria de cineastas, diretoras ou roteiristas mulheres cis, trans ou não binarias latino-americanas. Também poderão ser priorizadas obras de autoria mista ou não binaria. Outro critério de priorização diz respeito ao país de origem ou vínculo dessas autorias assim como de localização geográfica da trama para favorecer aqueles países latino-americanos com menor incidência na divulgação audiovisual.

O exercício de priorização das obras para cada edição anual do Femifilme se fundamenta na construção coletiva entre es integrantes do GREIG/ELA/ICS/UnB. A seleção dos conteúdos audiovisuais toma como ponto de partida o levantamento audiovisual iniciado em 2019 , com atualização constante, e que alcança um total de 54 obras produzidas em nove países latino-americanos: Argentina, Brasil, Costa Rica, Cuba, Chile, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

Objetivos

. Facilitar o acesso a audiovisuais que focalizam tramas sobre mulheres, gênero e feminismos latino-americanos;
. Compor ‘públicos/plateias’, sentidos e interações a partir da estratégia didático-pedagógico e ético-política do cinema-debate.

Resultados 2019-2022

. Três edições com duas sessões de debate cada uma;
. 200 participantes, público interno e externo à UnB;
. Envolvimento de discentes de graduação e pós-graduação e de docentes da UnB e outras universidades – IFMG - na execução da atividade;
. Fortalecimento das atividades de extensão do GREIG/ELA/ICS/UnB.

Metodologia

Cada sessão do Femifilme se compõe de dois momentos: um assíncrono e outro síncrono online. No primeiro, cada participante assiste, em data e horário de preferência, o filme/documentário. Sempre que possível será divulgado o link de acesso gratuito ao filme-documentário em questão. É recomendável o registro escrito sobre cenas ou ideias-chave que emergem durante o contato com o audiovisual em tela para apresentá-las durante a sessão síncrona.

A sessão síncrona online é dedicada à roda de conversa ou diálogo do filme/documentário e tem uma duração de duas horas. O diálogo é conduzido por quatro pessoas, a anfitriã ou membra da comissão organizadora, uma convidada, e duas moderadoras uma delas voltada exclusivamente para o chat do canal institucional do Youtube. A moderadora abre a sessão apresentando um breve histórico do FemiFilme e do currículo da anfitriã e da convidada. Tanto a anfitriã como a convidada contarão com até 15 minutos para apresentar seus comentários-impressões sobre o filme/documentário. O enfoque dessas apresentações é de livre escolha. Geralmente a anfitriã apresenta a trajetória da diretora do o filme/documentário e uma síntese da temática do audiovisual em chave sociológica.

Posteriormente e durante aproximadamente uma hora a anfitriã e a convidada dialogam a partir das perguntas ou comentários encaminhados ao vivo pelo chat do canal institucional do Youtube. As moderadoras são responsáveis pela gestão do tempo, pela organização e priorização das perguntas/comentários da plateia. Na ausência de perguntas da plateia as moderadoras assumirão a responsabilidade de provocar o diálogo entre a anfitriã e a convidada. Para tanto é recomendável que as moderadoras elaborem as perguntas previamente.

O Femifilme é uma atividade de extensão universitária que recebe um público diverso. O uso de linguagem acessível durante o momento síncrono online, a interação amigável e descontraída entre moderadoras, convidada e anfitriã, são fundamentais para impulsionar a participação da “plateia”.

Os públicos-alvos são a comunidade universitária e público externo interessado no debate sobre desigualdades de género y feminismos.

Parcerias

a) Arte: NELIS/CEAM;
b) Transmissão: canal youtube CEAM;
c) Divulgação/participação: ELA; PPGECsA; CEAM; NEPEM/CEAM; Rede brasileira de educação (Susan Francis responsável pela articulação); MOBILANG; grupo Modos epistemológicos, teorías interdependientes y complejidad social METICS/UdelaR/CenUR LN; Pagu/Unicamp (Elizabeth responsável pela articulação);
d) Tradução de libras: Acessibilidade UnB e Coordenação das Mulheres DIV/UnB (Elizabeth responsável pela articulação).


 

Programação 4ª edição 2023

 

1ª sessão: Viagem a Tombuctú (2014), 100 minutos → Link aqui

. Data e horário: Quarta-feira 10/05/2023. De 19 a 21h
. Diretora, produtora, roteirista: Rossana Diaz Costa (1970).
. Anfitriã: Elizabeth Ruano-Ibarra (NELIS/CEAM - INCT Caleidoscópio - PPGECsA/ELA/ICS/UnB)
. Convidada: Ludmila Moreira Macedo De Carvalho (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
. Moderadora: Patrícia de Barros Marques (PPGECsA/UnB – CIL Recanto das Emas/ SEEDF).
. Moderadora chat: Susi Francis Amaral (PPGECsA/UnB - Centro de Ensino Fundamental CEF 01 Cruzeiro)
. Tradução de libras: Acessibilidade UnB, Coordenação das Mulheres DIV/UnB.
. Transmissão: Canal Ceam/UnB - Youtube

2ª sessão: Eternamente Pagu (1987), 1h40 → Link aqui

  . Data e horário: Quarta-feira 07/06/2023. 19 a 21h
  . Diretora: Norma Benguell (1935-2013)
  . Anfitriã: Delia Dutra (UDELAR/CENUR LN e GREIG/ELA/ICS)
  . Convidada: Karla Adriana Martins Bessa PAGU/Unicamp.
  . Moderadora: Ela Wiecko Volkmer de Castilho (NEPEM/CEAM).
  . Moderadora chat: Discente turma pensamento I (confirmar)
  . Tradução de libras: Acessibilidade UnB, Coordenação das Mulheres DIV/UnB.
  . Transmissão: Canal Ceam/UnB - Youtube


ESP - Descripción

El cine-debate Femifilme es una práctica didáctico-pedagógica y ético-política de dinamización de sociabilidades y rituales derivados del 'acto de contemplar' contenidos audiovisuales, especialmente largometrajes y documentales. Buscamos formar 'audiencias', significados e interacciones facilitando el acceso a audiovisuales que aborden temáticas sobre mujeres, género y feminismos latinoamericanos, usualmente marginados por los criterios de marketing en el campo audiovisual. También buscamos promover agencias mediante los diálogos generados en dos sesiones anuales del Femifilme.

Los audiovisuales elegidos para la exhibición-debate cumplen con el criterio de autoría femenina, es decir, se da prioridad a obras de cineastas, directoras o guionistas latinoamericanas cis, trans o no binarias. También se podrán priorizar obras de autoría mixta o no binaria. Otro criterio de priorización se refiere al país de origen o vinculación de esas autorías y ubicación geográfica de la trama para favorecer a aquellos países latinoamericanos con menor incidencia en la difusión audiovisual.

Si bien el Femifilme se encuentra ubicado disciplinariamente en las Ciencias Sociales, busca sistemáticamente el diálogo interdisciplinario. Es una estrategia de incorporación del género audiovisual al campo de estudios sobre el pensamiento latinoamericano el cual nació en la filosofía, y en las últimas décadas, se vuelca hacia la sociología. Por ello, el Femifilme integra la disciplina “Pensamiento social y político latinoamericano” impartida en el posgrado en Ciencias Sociales (PPG-ECsA/UnB).

Metodología

Cada sesión del Femifilme se compone de dos momentos: uno asíncrono y otro sincrónico online. En el primero, cada participante accede a la película/documental en la fecha y hora que prefiera. Siempre que sea posible, se divulgará el enlace de libre acceso a la película/documental. Se recomienda escribir un registro de escenas o ideas clave que surjan durante el contacto con el audiovisual para que sirvan de estímulo al diálogo durante la sesión sincrónica. La sesión sincrónica en línea se dedica al diálogo sobre la película/documental y tiene una duración de dos horas. El diálogo es conducido por cuatro personas, la anfitriona o miembra del comité organizador, una invitada y dos moderadoras, una de ellas dedicada exclusivamente a la interacción en el chat del canal institucional de YouTube.

La moderadora abre la sesión presentando un breve histórico del Femifilme y el currículum de la anfitriona e de la invitada. Tanto la presentadora como la invitada tendrán 15 minutos para exponer sus comentarios-impresiones sobre la película/documental. El enfoque de estas presentaciones es de libre elección. Normalmente la anfitriona presenta la trayectoria de la directora de la película/documental y una síntesis del tema central del audiovisual en clave sociológica. Posteriormente, y durante aproximadamente una hora, las debatientes dialogan a partir de las preguntas o comentarios enviados en vivo a través del chat del canal institucional de YouTube. Las moderadoras son responsables de administrar el tiempo, organizar y priorizar las preguntas/comentarios de la audiencia. En ausencia de preguntas por parte de la audiencia, las moderadoras provocarán el diálogo entre la anfitriona y la invitada. Por lo tanto, se recomienda que los moderadores preparen las preguntas con anticipación.

El Femifilme es una actividad de extensión universitaria que congrega un público diverso. El uso de un lenguaje accesible durante el momento sincrónico en línea, la interacción amistosa entre moderadoras, invitada y anfitriona es clave para impulsar la participación de la “audiencia”.