I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe” abre inscrições para encontro híbrido no dia 28 de maio

I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe” abre inscrições para encontro híbrido no dia 28 de maio

Diálogos desde a produção acadêmica de pesquisadoras negras, afrodescendentes e quilombolas. Conheça a programação dos encontros e veja como participar!

Estão abertas as inscrições para participação no I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe”, pelo Observatório Caleidoscópio por meio da Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal e pela Incubadora Social Feminista Social Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências, em articulação com a Universidade Agostinho Neto e a Universidade Católica de Angola.

Nesta edição, o ciclo tem como eixo temático a promoção de Diálogos desde a Produção Acadêmica de Mulheres Negras: Diálogos África e Diáspora Africana, sob a coordenação das professoras Dolores Galindo (UFCG) e Helena Veloso (UAN/UCAN).

O atual Ciclo Internacional de Seminários emerge da construção e consolidação de redes internacionais de pesquisa entre mulheres negras e mulheres de territorialidades fronteiriças nas ciências do Sul Global, articulando universidades, pesquisadoras, experiências territoriais e produção científica entre África, América Latina e Caribe. Os encontros se ancoram em marcos políticos da trajetória de suas lutas, dialogando com datas fundamentais às insurgências de mulheres negras, afrodescendentes e quilombolas: o Dia Internacional da Mulher; o Dia da África; o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha; o Dia Internacional Contra o Tráfico de Mulheres; o Dia Nacional da Consciência Negra; e o Dia Internacional dos Direitos Humanos. 

Nesta direção, a iniciativa resulta de uma cooperação internacional com a Red Internacional de Voces Afrofeministas (RIVAS) e com o Grupo de Trabalho Afrodescendentes Propostas Contrahegemónicas da CLACSO, com fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A organização está a cargo do Grupo de Pesquisa Ateliê: psicologias, feminismos e contracolonialidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), em parceria com a Universidade Agostinho Neto (UAN) e a Universidade Católica de Angola (UCAN).

Nacionalmente, articula-se com o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Assis (PPGPsico-UNESP), GEM - Centro de Estudos e Pesquisas sobre Mulheres, Gênero, Saúde e Enfermagem e com o Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA). 

Fabular criticamente, a partir da provocação que nos faz Saidiya Hartman (2008, 2022), permite forjar composições, rompimentos e tensionamentos, os quais excedem ou mesmo extrapolam e transgridem o cálculo racial que atravessa os arquivos lacunares da produção acadêmica em Psicologia e em campos disciplinares com os quais dialogamos, marcados também por formas de epistemicídio discutidos por Sueli Carneiro (2005).

Como nos lembram bell hooks (2019) e Gonzalez (1988), importa criar espaços onde, como pessoas negras, afrodescendentes e quilombolas, a partir dos feminismos negros e africanos (Oyěwùmí, 2011, 2020), interrogamos o “olhar do Outro” e também “olhamos de volta”, umas para as outras, dando nome ao que vemos, sentimos e pesquisamos, em escritas constituídas pela experiência e pela memória coletiva, em movimentos de escrevivência, tal como nos convida Conceição Evaristo (2020), escapando às narrativas de histórias únicas nas ciências (Correia, 2020; Septien, 2022). 

Situamos o presente ciclo internacional de seminários como uma prática de Confabulação Crítica, ou seja, um trabalho coletivo de fabulação que se dá num arquivo necessariamente lacunar da Psicologia, traçando conexões entre Angola e Brasil, refazendo rotas e percursos de mulheres pesquisadoras numa temporalidade que se esboça a partir de corpos atravessados pela diáspora, exílio, refúgio e por comunidades de destino. 

Com atividades realizadas entre março de 2026 e dezembro de 2026 sob a mediação por Dolores Galindo (UFCG) e Helena Veloso (UAN/UCAN), os encontros reúnem pesquisadoras negras, afrodescendentes e quilombolas de países da África, América Latina e Caribe em torno de debates sobre produção acadêmica de mulheres negras, psicologias, raça, gênero, territorialidades, mudanças climáticas e epistemologias do Sul Global. Ao longo da programação, pesquisadoras de Angola, Brasil, Cuba e Argentina apresentam suas pesquisas sobre psicologias, mudanças climáticas, migrações, políticas públicas, cuidado comunitário, linguagens, territorialidades quilombolas e disputas epistemológicas, fortalecendo redes de cooperação científica entre África, América Latina e Caribe.

Esta ação é vinculada aos projetos de pesquisa “Mulheres Quilombolas nas Ciências: políticas de permanência nas universidades e produção de subjetividades” (Edital Universal 10/2023; Auxílio: 2751/2025) e “Mulheres Quilombolas na Pós-Graduação em Psicologia: uma agenda em construção” (Bolsa de Produtividade em Pesquisa CNPq).

Veja como participar

Os encontros acontecem em formato híbrido com transmissões entre Brasil e Angola pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube, para ampliar a participação de pesquisadoras/es de diferentes países africanos e latino-americanos, fortalecendo as redes de cooperação Sul-Sul e ampliando a circulação transnacional do conhecimento.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível neste link, também presente na bio do nosso perfil do Instagram @INCTCaleidoscopio.

A certificação será emitida pela Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio, sede Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para participantes com frequência mínima de 75% nas atividades do ciclo.

Conheça o cronograma datas, temas e participantes

SEMINÁRIO I

Com tema “Nós em Rede” Produção Acadêmica de Mulheres Negras na Última Década: Diálogos África e Diáspora Africana (Angola, Brasil e Cuba), o primeiro seminário ocorreu no dia 09 de março de 2026, em formato híbrido, às 8 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 12 horas (Horário de Luanda, Angola).

O encontro contou com a participação de:

Elsa Barber, de Angola Business School, em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, e Gabinete da Vice-Presidência da República (GVPR), Angola.
- Políticas públicas de gênero em Angola.

Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), Brasil.
- Políticas públicas de gênero, raça e territorialidade na pós-graduação em universidades brasileiras.

Profa. Dra. Rosa Campoalegre Septien, do Programa Universitario de Investigación sobre Afrodescendencias y América Latina da Universidad Nacional Autónoma de México (PUIC-UNAM), Cuba.
- Coordenação do Grupo de Trabalho Afrodescendentes: Propostas Contra-hegemônicas.

Profa. Me. Luciene Tavares, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Território Quilombola de Caianas, Brasil.
- Mulheres quilombolas nas universidades e territórios.

Coordenação/Mediação: Prof. Me. Karma Richard e Prof. Me. Paulino Gonga.

SEMINÁRIO II

Com o tema Psicologias, migrações e mudanças climáticas: experiências de mulheres negras no Sul Global, o segundo seminário será realizado no dia 28 de maio de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

O encontro conta com a participação de:

Profa. Dra. Catarina Nunda, do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Mestrado em Psicologia Social, Angola.
- Migração interna feminina: mulheres (i)migrantes do Planalto Central em Luanda.

Profa. Dra. Juliene Pereira dos Santos, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Brasil.
- Territorialidades específicas no Alto Rio Trombetas: modos de vida quilombolas em conflito com grandes projetos.

Profa. Dra. Rebeca Kelly Gomes da Silva, Faculdade de Medicina de Taubaté (FMT), Brasil.
- A escrevivência como política de cuidado e autorrecuperação de mulheres negras.

Profa. Dra. Maria da Graça Silveira Gomes da Costa, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Brasil.
- Perspectivas de justiça climática a partir das experiências de feminismos afroindígenas latino-americanos.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN). 

SEMINÁRIO III 

Produção acadêmica de mulheres negras: disputas epistemológicas e legitimidade do conhecimento é o tema do terceiro seminário do ciclo, que será realizado no dia 30 de julho de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Compõem a mesa:

Profa. Dra. Anny Ocoró Loango, da Universidad Nacional de Tres de Febrero e Posgrado da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Argentina.
- Produção acadêmica de mulheres negras.

Tamille dos Santos Ferreira, do Território Quilombola de Lagoa Grande, Feira de Santana-BA, Brasil. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde da População Negra e Indígena da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (PPGSPNI/UFRB), Brasil.
- Epistemologias ancestrais em saúde.

Profa. Dra. Candida Soares da Costa, integrante do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (PPGE/UFMT), Brasil.
- Relações raciais, educação escolar quilombola, memórias e narrativas.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO IV 

Linguagem, Psicologias e contracolonialidades entre África e Brasil é o tema do quarto encontro. Com realização no dia 24 de setembro de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil) e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Mestra Ana Bela Loureiro, da Universidade Nova de Lisboa - UNL, e da Universidade Católica de Angola (UCAN), Angola.
- Mulher e língua na construção da identidade cultural.

Profa. Dra. Jaileila de Araújo Menezes, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Brasil.
- Psicologia e epistemologias contracoloniais.

Mestra Charlene Costa, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e da Comunidade Quilombola Macanudos/RS, Brasil.
- PsicoQUILOMBOlogia como metodologia de cuidado e acolhimento bioancestral afroreferenciado.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO V 

Com o tema Psicologias, políticas públicas e práticas comunitárias de cuidado entre mulheres negras e quilombolas, o quinto seminário será realizado no dia 26 de novembro de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Profa. Dra. Adelina Nascimento, do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais ( FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Mestrado em Psicologia Social, Angola.
- Educação como valor de participação social para o desenvolvimento comunitário no bairro Bem Vindo.

Mestra Ronilda Bordó de Freitas, da Universidade Federal do Pará (UFPA), Brasil.
- Saberes, corpos-territórios e memórias de uma comunidade quilombola.

Profa. Dra. Diônvera Coelho da Silva, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Brasil.
- Contribuições de mulheres negras para a formação em Psicologia na Universidade Federal do Rio Grande.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO VI 

Psicologias, Infâncias Negras, Linguagens e Políticas de Escrita: contribuições de mulheres negras entre Angola e Brasil será o tema do quarto encontro. Realizado em formato híbrido no dia 03 de dezembro de 2026 às 09 horas (horário de Brasília, Brasil).

Este encontro conta com a participação de:

Profa. Dra. Jeanine da Silveira, da Universidade Católica de Angola (UCAN), Angola.
- A toponímia de Luanda contemporânea.

Profa. Dra. Luiza Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil.
- Infâncias negras pelas mãos de Virgínia Bicudo e Conceição Evaristo.

Mestra Luane Pereira Souza Macedo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e da Comunidade Quilombola Negros do Talhado, Brasil.
- Zaire é um velho menino: fabulações quilombistas sobre possibilidades de vida e desencarceramento de adolescentes negros no sistema socioeducativo.

Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus, do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Programa de Pós-Graduação em Ensino de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PROFHISTÓRIA/UFRRJ) e Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da Fundação Oswaldo Cruz (PPGBIOS/FIOCRUZ), Brasil.
- Psicologia social, relações étnico-raciais e produção de conhecimento.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” está com inscrições abertas no XIV Congresso de Pesquisadoras Negras

Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” está com inscrições abertas no XIV Congresso de Pesquisadoras Negras

Estão abertas as inscrições para a Sessão Temática (ST 065) Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades, que integra a programação do XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadoras Negras, a ser realizado de 28 a 31 de julho de 2026, em Brasília.

Nesta edição, o congresso nacional de pesquisadoras negras tem como tema “Consciência Negra: contribuição do pensamento afrodiaspórico para a democracia brasileira” e convida pesquisadoras(es) nacionais e internacionais, ativistas, movimentos sociais, pessoas de notório saber e demais interessadas(os) na consolidação de uma sociedade pautada na justiça social e na equidade a integrarem o evento.

A Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” é uma proposta de Jacqueline Fiuza da Silva Regis (INCT Caleidoscópio/UnB), integrante do GT-TER - Grupo Temático Tecnologias de Enfrentamento a Racismos em Escolas e Instituições de Ensino Superior (IES), do INCT Caleidoscópio. A atividade é um momento dedicado à menopausa, considerando as experiências de corpos negros e as desigualdades estruturais que atravessam a saúde.

Segundo a coordenação, a menopausa é vivida por mais da metade da população brasileira — 51,5%, conforme dados do IBGE (2022) — sendo as mulheres negras maioria nesse grupo. Além disso, trata-se de uma experiência que também diz respeito a homens trans. Apesar de sua relevância social, o tema tem sido historicamente pouco estudado, especialmente quando analisado a partir do recorte racial e das desigualdades estruturais que atravessam gênero, raça e outras interseccionalidades.

De acordo com o estudo Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgado pelo IBGE em 2024, as mulheres negras — maior grupo populacional feminino do país — também são as mais atingidas por diferentes formas de violência e desigualdades sociais, cujos impactos se estendem por todas as fases da vida, incluindo a menopausa.

Partindo dessa perspectiva, a Sessão Temática reunirá pesquisas, reflexões, relatos de experiência e estudos interseccionais, concluídos ou em andamento, voltados à saúde dos corpos negros durante a menopausa e nos períodos que a antecedem e a sucedem.

A atividade é destinada a estudantes, docentes, pesquisadoras(es), profissionais da saúde e a todas as pessoas com corpos que menstruam e que estejam vivenciando ou se aproximando da menopausa.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site oficial do evento, disponível no link abaixo, no período de 5 de fevereiro a 31 de março de 2026.

 

Link para inscrições: XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadoras Negras