Acesse o boletim #3 do INCT Caleidoscópio: nova edição traz relatos e ações realizadas nas diferentes regiões do país e no exterior

Acesse o boletim #3 do INCT Caleidoscópio: nova edição traz relatos e ações realizadas nas diferentes regiões do país e no exterior

Boletim do INCT Caleidoscópio tem periodicidade semestral e é construído de maneira colaborativa com o Observatório Sul-Sudeste, a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal e o Caleidoscópio Enredado nas Escolas.

Nesta edição, além dos relatos de todas as frentes, também trazemos dicas de leitura, de filme, livro e exposição. E uma conversa com Jaqueline Gomes de Jesus1ª mulher trans a ganhar o prêmio Bertha Lutz. Confira os destaques dessa atuação no Boletim #3 do INCT Caleidoscópio!

Editorial do boletim 3º edição

Chegamos à metade do percurso do INCT Caleidoscópio com alegria e entusiasmo. São dois anos e meio de um projeto coletivo que vem se expandindo com força e imaginação crítica pelos quatro cantos do país. O Instituto de Estudos Avançados, que surgiu do desejo de enfrentar de modo interseccional as desigualdades de gênero, raça e sexualidade na ciência e na universidade, consolida-se hoje como uma rede de pesquisa viva, diversa e em movimento.

Nosso primeiro Encontro Nacional, realizado no final de 2024, reuniu pesquisadoras de diferentes regiões do Brasil e de países como Argentina, Uruguai, Inglaterra e Espanha. Os Anais desse encontro testemunham a vitalidade dos debates e a densidade das experiências compartilhadas.

Leia também: Veja as publicações do I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio: Práticas Socioculturais e Discurso

Com a criação do Observatório Caleidoscópio, estruturado em coordenações regionais, temos avançado na produção de indicadores e na escuta qualificada de trajetórias e políticas que interpelam as estruturas de exclusão no ensino superior e na pesquisa. Após a implantação piloto no Sul-Sudeste, neste primeiro semestre de 2025 estamos organizando as coordenações do Centro-Oeste e da região Norte/Nordeste e Amazônia Legal.

Entre as prioridades discutidas coletivamente pelas coordenações regionais, estão o aprofundamento da coleta de dados sobre a presença de quilombolas e indígenas nas universidades brasileiras, ainda escassos nas bases oficiais, e a construção de indicadores que articulem justiça climática, gênero e territorialidades. Esses movimentos reforçam o compromisso do Observatório com uma ciência diversa, interseccional e atenta às urgências do nosso tempo.

Além das ações regionais, o Observatório Caleidoscópio também esteve presente no Primeiro Encontro Nacional de Observatórios sobre Mulheres, realizado em março de 2025 e organizado pelo Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade (Egedi) da Fundação João Pinheiro. Representado por Margaret LopesTchella FernandesMirlene Simões e Flávia Belmont, o Observatório Caleidoscópio participou dos debates e contribuiu para a criação da Rede Nacional de Observatórios, que articula instituições vinculadas a universidades, ministérios, secretarias e casas legislativas.

Como desdobramento, foi proposta a criação de um protocolo colaborativo para coleta de dados, um calendário de reuniões periódicas e um comitê gestor compartilhado. Essa articulação reforça o compromisso do INCT com a formulação de políticas públicas orientadas por evidências e comprometidas com a equidade de gênero.

O mesmo impulso organizativo orienta o trabalho das Incubadoras Sociais. Depois da implantação pioneira da Incubadora Feminista Antirracista Norte/Ne/AM Legal – voltada à presença, permanência e formação de mulheres quilombolas nas universidades –, estão sendo estruturadas novas iniciativas: no Centro-Oeste, com foco em mulheres indígenas nas ciências e com bolsistas indígenas; e na Unicamp, em parceria com estudantes negras e migrantes do ensino médio, por meio de um projeto que desenvolve uma inteligência artificial inspirada por uma ecosofia feminista.

Nesta edição do boletim, compartilhamos também relatos das atividades realizadas entre outubro de 2024 e maio de 2025 pelas três nucleações regionais. Um dos destaques é o depoimento de uma estudante indígena da UnB, que participou do 1º Seminário Regional de Consulta do projeto Tecendo Direitos: construindo uma estratégia nacional para indígenas LGBTQIA+.

Essa ação se articula ao trabalho da Rede Arandu – Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade, vinculada ao INCT-Caleidoscópio, que tem atuado na produção de metodologias participativas, na elaboração de relatórios de direitos humanos e na escuta ativa de lideranças e coletivos indígenas LGBTQIA+. Entre as ações recentes da Rede, destacam-se também sua participação no programa Bem Viver + e no Acampamento Terra Livre (ATL), fortalecendo as vozes indígenas nos debates sobre justiça climática e políticas públicas interseccionais.

A seção de Dicas Caleidoscópicas, que no número anterior estava centrada em publicações, agora se amplia e traz sugestões de filmes, exposições, conferências e práticas que nos ajudam a imaginar e construir uma universidade/ciência plural, sensível e comprometida com a crítica à colonialidade do saber e do poder.

Nesta edição inauguramos o momento Conversas em Rede com a convidada Jaqueline Gomes de Jesus, nossa aliada desde a constituição da Rede de Pesquisa Feminista, Transfeminista, Antirracista, Interdisciplinar e Decolonial e que esteve conosco na inauguração da nossa sede em Brasília. Jaqueline é graduada, mestre e doutora em psicologia, professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro, pesquisadora e escritora e se tornou a primeira mulher trans a receber o Prêmio Bertha Lutz, concedido pelo Senado Federal a mulheres que se destacam na luta pela igualdade de gênero. Quem animou a conversa foi nossa pós-doc Inara Fonseca, uma das editoras deste Boletim. Nela, Jaqueline compartilha conosco um pouco de sua trajetória e visões de mundo.

Esperamos que o conteúdo aqui apresentado seja uma janela aberta para comunicação entre e além das nossas redes e para o compromisso ético-político que nos move. A cada boletim, oferecemos não apenas um registro de atividades, mas um convite para partilhar dos caminhos que temos traçado, caso se entusiasme em fazer parte de uma de nossas nucleações, pode nos procurar.

Acesse a 3º edição do Boletim aqui: Boletim INCT Caleidoscópio - Edição #3 (Junho de 2025)

Nesta edição você encontra

  • Apresentação
  • Artigos
  • INCT Caleidoscópio - Nucleação Centro-Oeste: primeiros passos
  • Saberes em movimento - A rede Arandu
  • Relato de participação no Seminário Centro-oeste: Aldeia Meruri
  • Incubadora Social Feminista Antirracista Norte-Nordeste e Amazônia Legal: relato das ações desenvolvidas no último semestre
  • Cooperação internacional para conhecer a política de enfrentamento às violências de gênero na Universidad de Buenos Aires (UBA-Argentina)
  • Tecendo Redes e Produzindo Conhecimento: Atividades do Observatório Caleidoscópio – Nucleação Sul/Sudeste
  • INCT Caleidoscópio participou do Primeiro Encontro Nacional De Criação da Rede de Observatórios sobre Mulheres
  • Conversas em Rede com Jaqueline Gomes de Jesus: Falar de gênero, raça, sexualidade, já é algo possível. Pensar em efetivar essa inclusão ainda não é consenso
  • Dicas Caleidoscópicas
Veja as publicações do I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio: Práticas Socioculturais e Discurso

Veja as publicações do I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio: Práticas Socioculturais e Discurso

I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio, realizado de 29 a 31 de outubro de 2024, no Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), reuniu cerca de 200 pesquisadoras de diversas áreas do conhecimento. O encontro teve como objetivo promover o intercâmbio científico e refletir sobre estratégias que ampliem a equidade, a diversidade e a inclusão de gênero e étnico-racial nas ciências.

Ao longo dos três dias de programação, participaram representantes de 13 universidades brasileiras e quatro instituições internacionais, com destaque para pesquisadoras da Argentina e do Uruguai. No primeiro dia foi debatido o tema Mulheres e resistência nas ciências, no segundo Teorias e práticas antirracistas na universidade, e no terceiro: Desafios para permanência do debate de gênero nas ciências.

Leia também: I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio tem três dias de debate visando a promoção de equidade de gênero e étnico-racial nas ciências

As mesas e conferências promoveram discussões interdisciplinares e interseccionais sobre a presença das mulheres na ciência, favorecendo o fortalecimento e a formação de grupos de pesquisa multidisciplinares em torno de temas convergentes. O seminário também contribuiu para a criação de espaços acadêmicos colaborativos, voltados ao estudo de processos sócio-discursivos relacionados a políticas públicas e direitos, reforçando redes já consolidadas e incentivando novas conexões entre coletivos e instituições.

O Painéis de Redes foram um espaço de comunicações integradas de redes de pesquisa, privilegiando o aprendizado e a internacionalização, devido ao alinhamento entre os temas de investigação dos grupos de pesquisa e a experiência das pesquisadoras envolvidas. Já o Conversatório possibilitou a integração e a troca entre estudantes, pesquisadores e ativistas. Durante o Conservatório foi possível ouvir: 1) os desafios de estudantes quilombolas e indígenas de inclusão e de pertencimento no âmbito da Universidade de Brasília; 2) uma representante do Ministério das Mulheres sobre a luta do Ministério para ter orçamento próprio e, com isso, fomentar o debate sobre equidade e diversidade; e 3) o desafio de exercer um mandato político e ser uma pessoa LGBTQIA+, visto que ainda há ainda muito preconceito.

As pesquisas apresentadas durante o evento reforçaram a urgência da criação de espaços permanentes de debate sobre desigualdades de gênero, raça e outras iniquidades no campo científico. Evidenciaram, ainda, como essas questões atravessam a produção de conhecimento e apontaram caminhos possíveis para sua superação. Como destaca Viviane Resende (UnB), coordenadora do INCT Caleidoscópio, os resultados do seminário reafirmam a importância das ações promovidas pelo instituto.

Entre os temas discutidos, estiveram a resistência das mulheres nas ciências, os desafios enfrentados por mães, quilombolas e indígenas nas universidades públicas, e a valorização de epistemologias negras e indígenas, reforçando o compromisso do evento com práticas e teorias antirracistas e decoloniais.

O seminário também se consolidou como espaço estratégico para a divulgação de pesquisas em andamento e a construção de uma agenda científica comprometida com a transformação social. Os trabalhos foram produzidos nas seguintes áreas temáticas:

  1. Ativismos midiáticos em questões de gênero e sexualidade
  2. Formulação e acompanhamento de políticas públicas em gênero e sexualidade
  3. Ciências, gênero e sexualidade
  4. Observatórios Políticas e práticas de educação em gênero e sexualidade
  5. Pesquisas em discurso e gênero em perspectiva interseccional e decolonial
  6. Políticas e práticas de educação em gênero e sexualidade
  7. Práticas de resistência e enfrentamentos em questões de gênero e sexualidade

Neste volume, foram um total de 42 trabalhos publicado em 22/04/2025 (ISBN: 978-65-272-1302-4) a leitora e o leitor encontrará o registro de parte dessas contribuições na lista dos trabalhos publicados abaixo ou pelo site do seminário clicando aqui.

A seguir, apresentamos os trabalhos publicados no evento, revelando a potência, a diversidade e a relevância das produções realizadas por mulheres em diferentes territórios, contextos e áreas do saber.


“ISSO AQUI AJUDA A GENTE A ENTENDER QUE NÃO ESTÁ SÓ”: O PAPEL DA PESQUISA EM LINGUAGEM NA FORMAÇÃO DE REDES COM MULHERES MIGRANTES - Ana Luiza Krüger Dias

A FEMINILIDADE BRANCA NEOCONSERVADORA EM PRÁTICAS DE (DES)INFORMAÇÃO - Mariana Rafaela Batista Silva Peixoto

A NEGRITUDE EM DICIONÁRIOS BRASILEIROS DE LÍNGUA PORTUGUESA: UMA ANÁLISE DISCURSIVA DE VERBETES - Francisco Higo de Amorim

A PROPOSTA DO OBSERVATÓRIO INTERSECCIONAL DE GÊNERO DE MINAS GERAIS - OBSERVA MINAS - Marina Alves Amorim; Maria Clara de Mendonca Maia; Beatriz Feitosa Santos

ANÁLISE CRÍTICA DE DISCURSOS TRANSFÓBICOS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS - Viviane Cristina Vieira; Marcos Antonio Rodrigues Nascimento

ANÁLISE DISCURSIVO-CRÍTICA DAS MARCAS E APAGAMENTOS DA NEGRITUDE DE LÉLIA GONZALES NA TRADUÇÃO DO ARTIGO “POR UM FEMINISMO AFRO-LATINO-AMERICANO” - Ana Lima Gaspar; Maria Carmen Aires Gomes

APORTES DOS MOVIMENTOS SOCIAIS DE MULHERES NEGRAS FEMINISTAS PARA O CAMPO DA SAÚDE NO BRASIL - Hevelyn Rosa Machert da Conceicao; Cristiane da Silva Cabral; Laura Moura

ASSEMBLEIAS (SEMIÓTICAS) DE RESISTÊNCIA QUEER: ABORDAGEM PARA UM ESTUDO DAS PROPRIEDADES EMERGENTES - Raylton Carlos de Lima Tavares

ATIVISMOS MIDIÁTICOS E A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO: UMA ANÁLISE DO DISCURSO EM PÁGINAS DE INSTAGRAM - Priscila de Souza Gonçalves; Bruna Toso Tavares

AUTORAS LATINO-AMERICANAS OITOCENTISTAS: CONTRIBUIÇÕES DO PRIMEIRO QUARTO DO SÉCULO XIX - Fabiana da Rocha Mejia

CIÊNCIAS, GÊNERO E SEXUALIDADES: RELAÇÕES INTERNACIONAIS DESDE A PERSPECTIVA DE UMA MULHER INDÍGENA - Alcineide Moreira Cordeiro; Tchella Fernandes Maso

DÁ LICENÇA... TRANSCONFLUÊNCIA, SABERES ORGÂNICOS, MULHERIDADES, COMUNIDADES TRADICIONAIS E POVOS ORIGINÁRIOS (PAINEL) - Ellen Hilda Souza de Alcantara Oliveira; Dina Maria Rosário dos Santos; Irenilza Oliveira e Oliveira; Luciana Alves da Silva; George Guilherme Garcia da Silva; Alécia Gomes dos Santos; Lílian Cristina Oliveira dos Santos; Laynara de Jesus Gama; Silvana Gomes Nunes; Sandra Maria Cerqueira da Silva

DIAGNÓSTICO E MONITORAMENTO DOS ORGANISMOS DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES (OPMS): DESAFIOS NO PROCESSO INVESTIGATIVO - Maise Zucco; Silvia Lúcia Ferreira; Ana Paula Antunes Martins; Be Silva Brustolim; Dora Simões; Maria Eduarda Carlota da Silva; Mariana Wiecko Volkmer de Castilho; Vanessa Oliveira Cordeiro Silva

ENCICLOPÉDIA DIGITAL DO PENSAMENTO COMUNICACIONAL LATINO-AMERICANO (PCLA) SEÇÃO: MULHERES NA COMUNICAÇÃO - Maria Cristina Gobbi

ENREDANDO O CALEIDOSCÓPIO NO DEBATE SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE DISCURSO, POBREZA MENSTRUAL, MEIO AMBIENTE E CIÊNCIA EM ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO NO BRASIL - Maria Carmen Aires Gomes; Thayane Campos; Rosângela Nogueira; Litiane Barbosa Macedo; Ofélia Maria Imaculada; Alexandra Bittencourt de Carvalho; Elisa Mattos; Mayra Policarpo; Geovanna Livia; Patricia Jacobina

ESCREVIVÊNCIA E RESISTÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE UMA PRÁTICA EXTENSIONISTA EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS - Tchella Fernandes Maso; Vinícius Santiago

ESTUDOS RADIOFÔNICOS SOB A LENTE DE GÊNERO: UMA ABORDAGEM INTERSECCIONAL NOS PRINCIPAIS EVENTOS DE COMUNICAÇÃO BRASILEIROS - Juliana Cristina Gobbi Betti; Debora Cristina Lopez; Marcelo Freire

FEMINISMOS E PODER: INTERVENÇÕES DA REDE DE PESQUISA EM FEMINISMOS E POLÍTICA - Mariana Prandini Assis; Ananda Winter Marques; Brenda Rodrigues Barreto Silva; Danusa Marques

FUTURO DE QUEM? RECÉM DOUTORAS E A PERSPECTIVA DA CIÊNCIA E DA PESQUISA COMO PROFISSÃO - Mirlene Fátima Simões

LA ALJABA: EDUCAÇÃO PARA MULHERES NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX - Mirella Cruz de Sousa Benigno

LÉXICO E QUESTÕES DE GÊNERO NO DEBATE LEGISLATIVO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS: A POLARIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DISCURSIVA DE DESLEGITIMAÇÃO - Gisele Rodrigues

LINGUAGEM, GÊNERO E POLÍTICA: UM ESTUDO DA ATUAÇÃO DE SITES FEMINISTAS NAS ELEIÇÕES 2022 - Anna Christina Bentes; Amanda Costa da Silva

MATERNAR NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DE DISCURSO CRÍTICA E DECOLONIAL - Brenda Gonçalves dos Reis

MONITORA: USO DE LINGUÍSTICA DE CORPUS EM CONSTRUÇÃO DE LÉXICO SOBRE VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO - Carolina Gonçalves Gonzalez; Fernanda K. Martins; Clarice Tavares; Ana Carolina Araujo; Gabriela Coelho

MUJERES Y MIGRACIONES LÍNEA DE INVESTIGACIÓN DEL GREIG - Elizabeth Del Socorro Ruano Ibarra; Delia Dutra; Susana Martínez Martínez; Marcos Moreno

MULHERES NA PESQUISA CIENTÍFICA: GENEALOGIA INTELECTUAL A PARTIR DA TRAJETÓRIA DE MONIKA BARTH - DE 1959 ATÉ A ATUALIDADE - Lia Gomes Pinto de Sousa

MULHERES QUILOMBOLAS E CIÊNCIAS: PANORAMA SOBRE A DESIGUALDADE DE RAÇA E GÊNERO - Rocelly Dayane Teotonio da Cunha; Dolores Galinho

MULHERIDADES NA FRONTEIRA: UMA ANÁLISE CRÍTICA DO DISCURSO DE TRANSEXUAIS VENEZUELANAS EM BOA VISTA- RR - Adriana de Oliveira Teixeira Kato

NEPEM/UNB: DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE A MULHER A ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE MULHERES - Ela Wiecko V de Castilho

NÚCLEOS DE ESTUDOS DE GÊNERO E SEXUALIDADES: ESPAÇOS DA CIÊNCIA HISTÓRICA ENGAJADA - Joana Maria Pedro; Lídia Maria Vianna Possas; Cristina Scheibe Wolff; Claudia de Jesus Maia

O QUE PODE UMA SOCIEDADE CIENTÍFICA NO ENFRENTAMENTO DE QUESTÕES DE GÊNERO E SEXUALIDADE: PENSANDO A SOCINE - Ramayana Lira de Sousa; Alessandra Soares Brandão

POLÍTICAS E MECANISMOS DE ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO SUL E DO SUDESTE - Morgani Guzzo; Pedro Henrique Ordones Ramos

PRÁTICAS DISCURSIVAS DE RESISTÊNCIA AO DISCURSO HEGEMÔNICO: A REAÇÃO DAS MULHERES AO PROJETO DE LEI 1904/2024 NAS REDES SOCIAIS - Alcilene Aguiar Pimenta; Renata Priscyla Conceição Costa

QUEM TEM MEDO DO GÊNERO NA TERAPIA DE FAMÍLIA? - Cristina Vianna Moreira dos Santos

QUEM TEM MEDO GÊNERO? A CIÊNCIA ACADÊMICA! - Camila Infanger Almeida

REDIGE - REDE DE PESQUISA EM DISCURSO E GÊNERO - Maria Carmen Aires Gomes; Viviane de Melo Resende; Litiane Barbosa Macedo; Rosângela Nogueira; Débora Figueiredo; Viviane Cristina Vieira; Daniele de Oliveira; Carolina Gonçalves Gonzalez; Alexandra Bittencourt de Carvalho; German Canale; Matías Soich; Maria Eugenia Flores Treviño

REFLEXÕES INICIAIS SOBRE A INCIDÊNCIA DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO NA UNEMAT - Viviane Teixeira Silveira; Adriana Nolibos Baccin; Kamilly Victória Cardoso Benites; Nárrida Nejem Silva

SANGRANDO DA MENARCA À (PÓS-)MENOPAUSA: UMA PROPOSTA DE PESQUISA, EXTENSÃO E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE REPRESENTAÇÕES DISCURSIVAS DE CORPOS QUE MENSTRU(AV)AM - Jacqueline Fiuza da Silva Regis; Daniele Mendonça; Dayane Augusta Santos da Silva

SER-TÃO, "ONDE O PENSAMENTO DA GENTE SE TORNA MAIS FORTE QUE O PODER DO LUGAR" - Marcela Amaral; Thais Vieira; Lara Fernandes Barbosa; Debora Ramos da Silva

SOBRE A SEMIOSE DOS CORPOS ABJETOS: A REPRESENTAÇÃO QUEER NOS SEMINÁRIOS CATÓLICOS - Pedro dos Santos Veras; Viviane Cristina Vieira

VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NO ESTADO DE RORAIMA - Luziene Corrêa Parnaíba; France Rodrigues; Orilene Marques Pinheiro; Patrícia Laurindo Almeida de Sousa

VIOLÊNCIA(S) E OS OPERADORES DE DIREITO: ANÁLISE DE DISCURSO CRÍTICA ACERCA DA VIOLÊNCIA INSTITUCIONAL - Micheli Rosa