INCT Caleidoscópio recebe Prêmio Anísio Teixeira de Direitos Humanos 2025 da Universidade de Brasília na categoria Igualdade, diversidade e não discriminação

INCT Caleidoscópio recebe Prêmio Anísio Teixeira de Direitos Humanos 2025 da Universidade de Brasília na categoria Igualdade, diversidade e não discriminação

A quarta edição do Prêmio Anual Anísio Teixeira ocorreu na última sexta-feira (12), no Auditório da Reitoria do campus Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília. A premiação celebra, reconhece e valoriza iniciativas de excelência em ensino, pesquisa e extensão que contribuam para as políticas de Direitos Humanos da UnB.

Na edição de 2025, o IV Prêmio Anual de Direitos Humanos Anísio Teixeira selecionou três iniciativas para premiação nas categorias: Igualdade, diversidade e não discriminação; Saúde, meio ambiente e bem-estar; Democracia e participação.

Com o objetivo de reafirmar o compromisso da UnB com a democracia, a justiça social e a diversidade, valorizando práticas que transformam realidades e fortalecem a educação em Direitos Humanos, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH/UnB), por meio da avaliação da Câmara de Direitos Humanos (CDH/UnB), divulgou três projetos que atenderam aos critérios de pertinência, inovação, impacto, resultados alcançados e continuidade.

A Profª Viviane de Melo Resende, coordenadora do INCT Caleidoscópio, representou o instituto ao receber a premiação na categoria Igualdade, diversidade e não discriminação. Doutora em Linguística (Linguagem e Sociedade) pela UnB, Viviane Resende é professora associada do Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP/UnB) e, na ocasião, discursou:

Muito honrada, recebo este Prêmio Anísio Teixeira, na categoria ‘Igualdade, diversidade e não discriminação’, em nome do INCT Caleidoscópio – o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre Desigualdades, Violências e Insurgências de Gênero e Sexualidade. Fundado na UnB, em 2023, com capilaridade nas cinco regiões do Brasil e apoiado pelo CNPq no âmbito do Programa de INCTs, o Caleidoscópio é o primeiro INCT feminista e antirracista, explicitamente baseado em uma abordagem interseccional. Nosso foco é combater a desigualdade de gênero e sexualidade no âmbito acadêmico. O INCT Caleidoscópio parte de um princípio simples, mas urgente: não existe justiça epistêmica sem justiça social, justiça de gênero e justiça territorial.”, diz Viviane.

Foto: Profª Viviane de Melo Resende recebe premiação pelo projeto INCT Caleidoscópio.

Em seguida, a pesquisadora acrescentou que o INCT Caleidoscópio reúne pesquisadoras, coletivos e instituições públicas para construir uma ciência social engajada, plural e comprometida com os direitos humanos, atuando como elo entre pesquisa, extensão e incidência política, ao articular universidades, coletivos e instâncias governamentais na produção de conhecimento e tecnologias sociais.

Desse modo, as ações do instituto se organizam a partir do Observatório Caleidoscópio e de Incubadoras Sociais regionais (Sul/Sudeste, Centro-Oeste, Norte/Nordeste e Amazônia Legal).

Observatório Caleidoscópio dedica-se a mapear e analisar dados sobre desigualdades de gênero nas instituições de ensino superior (IES), bem como sobre os equipamentos e protocolos de enfrentamento existentes nessas instituições. Também é produzido um software de Análise Interseccional de Perfis, que permite cruzar dados públicos antes desagregados.

Na Incubadora Social Feminista e Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, as ações estão sobretudo em parceria com mulheres quilombolas pesquisadoras, reconhecendo que as mudanças climáticas impactam diretamente as trajetórias educacionais — acesso, permanência e progressão nas carreiras científicas — de mulheres quilombolas e rurais. Compreende-se que alianças entre mulheres quilombolas e projetos como o INCT Caleidoscópio podem produzir instrumentos pactuados que permitam avançar na construção de políticas públicas voltadas à mitigação de danos e à fabulação de outros presentes.

Por sua vez, a Incubadora Social Centro-Oeste, sediada na UnB, dedica-se à atuação com mulheres indígenas nas ciências e às ciências produzidas pelos povos indígenas. Reconhece-se que, para seguir relevante, o saber acadêmico moderno precisa ser urgentemente ampliado a partir de outros saberes e outras ciências, desenvolvidas por meio de métodos distintos e baseadas em diferentes entendimentos do mundo. Em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas e por iniciativa da Incubadora Centro-Oeste, integra-se a Rede Arandu - Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade, composta por iniciativas atravessadas por uma política de comunicação científica feminista e antirracista.

No âmbito de atuação da Rede Arandu, destaca-se a Cartilha por Justiça Climática para Populações Indígenas LGBTQIAP+, uma iniciativa de comunicação científica acessível, criada para fortalecer o protagonismo dessas lideranças na formulação de políticas públicas. A cartilha integra um conjunto de ações que coloca no centro a justiça de gênero e a justiça econômica como dimensões inseparáveis da justiça climática.

Em articulações com o poder público, no último ano, consolidamos parcerias institucionais com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e o Ministério da Igualdade Racial (MIR). Com o MPI, participamos da formulação e execução do Programa Tecendo Direitos, que fortalece coletivos indígenas LGBTQIAPN+ em todo o país, promovendo escuta territorial e coformulação de políticas públicas. Com o MDHC, atuamos no Programa Bem Viver+, que promove o diálogo entre saberes tradicionais e políticas de cuidado, saúde e sustentabilidade. O MIR apoia iniciativas da Incubadora Social Feminista e Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal”, continuou.

Profª Drª Viviane afirmou, em seu discurso, que essas múltiplas parcerias têm permitido que as pesquisas se transformem em tecnologias sociais, metodologias e ferramentas criadas junto às comunidades e que produzem efeitos diretos sobre a governança, a educação e a ação climática.

São tecnologias que territorializam debates, tornando a universidade mais permeável às epistemes e práticas de povos e comunidades tradicionais, e que demonstram que o conhecimento também é uma forma de demarcação.

O que defendemos, desde a Rede Arandu, o Observatório e as Incubadoras Sociais do INCT Caleidoscópio, é que a produção científica precisa ser redesenhada a partir da experiência das mulheres e das comunidades racializadas. Quando elas lideram, as soluções deixam de ser abstratas e passam a refletir as necessidades da vida real — o cuidado com a terra, a reciprocidade entre gerações, a soberania alimentar, o direito ao território e o enfrentamento às violências estruturais.”, afirma.

A coordenadora do INCT Caleidoscópio encerrou seu discurso de agradecimentos afirmando:

Nosso papel como pesquisadoras é apoiar, visibilizar e sustentar esses processos, ampliando o conhecimento em política pública e o cuidado em um horizonte de transformação. Caminhamos com esse compromisso: tecer pontes entre a ciência e os territórios, entre o Estado e os movimentos. Fazer da pesquisa um ato de justiça, de escuta e de transformação coletiva. O reconhecimento desse projeto pelo CNPq, com a aprovação da proposta em edital, e também da UnB, ao conferir ao INCT Caleidoscópio este importante prêmio, reforça o compromisso com uma ciência feminista, interseccional e comprometida com a justiça epistêmica.”, finaliza.

I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras apresenta pesquisa intercultural e a ciência produzida em comunidades indígenas em formato híbrido de 10 a 12 de dezembro

I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras apresenta pesquisa intercultural e a ciência produzida em comunidades indígenas em formato híbrido de 10 a 12 de dezembro

I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras é o primeiro evento nacional dedicado a reunir indígenas pesquisadoras de todos os biomas brasileiros para debater temas como justiça, ciência, educação, saúde e linguagem, valorizando os saberes ancestrais e a produção científica em suas próprias vozes.

Realizado de 10 a 12 de dezembro de 2025, das 9h às 18h30, presencialmente no Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), em Brasília, e transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do INCT Caleidoscópio. A programação conta com sete mesas temáticas ao longo dos três dias, e rituais de abertura, sendo elas: Mesa 1 - Linguagem, Mesa 2 - Mulheres, Mesa 3 - Justiça, Mesa 4 - Resistência, Mesa 5 - Saúde, Mesa 6 - Ciência e Educação e Mesa 7 - Solo e Roçado.

A mesa de encerramento será dedicada a uma avaliação da COP30 feita por indígenas mulheres que participaram da conferência.

As inscrições para o I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras estão abertas e são gratuitas. 

🔗 Inscreva-se pelo site oficial do evento: I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras  

🔗 Salve a prévia em nosso canal do YouTube do INCT Caleidoscópio

Sobre o evento

O evento surge no contexto em que a pesquisa intercultural e a ciência produzida em comunidades indígenas têm ganhado cada vez mais relevância no cenário nacional. Exemplo disso é a criação do Ministério de Povos Indígenas (MPI), em 2023, pelo Presidente Lula. Além dessa ação, também podemos citar o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que visa "ampliar a valorização e o fortalecimento dos saberes indígenas, tradicionais e locais, reconhecendo-os como centrais na produção de conhecimento" (MCTI, 2025).

Atenta a esse debate emergente e à necessidade de fortalecer esta pauta e reconhecer os saberes ancestrais, a Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio, por meio do Grupo de Trabalho “Direitos de povos indígenas e tradicionais, interseccionalidade e acesso às Instituições de Ensino Superior” e Arandu - Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade, dedica-se a produzir dados sobre indígenas mulheres e LGBTQIAPN+ no ensino superior.

Não limitando-se gerar tais dados, a Nucleação tem especial interesse em produzir epistemologias outras, o que apoiamos por meio de editais de bolsas de pesquisa (da Iniciação Científica ao Pós-Doutorado) dirigidos a indígenas e de um espaço de trabalho acolhedor.

Entre suas ações para atingir tais objetivos, encontra-se o I Seminário Nacional Indígenas Pesquisadoras. Organizado pelo INCT Caleidoscópio em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas e com a Anmiga – Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, essa articulação resulta em um evento pioneiro de âmbito nacional para promover o encontro de indígenas pesquisadoras em torno de temas como mulheres, justiça, ciência, educação, resistência, saúde e linguagem. Esses e outros temas serão discutidos por indígenas mulheres de todos os biomas brasileiros, a saber: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa.

Acompanhe as redes sociais do INCT Caleidoscópio para mais conteúdos sobre diversidade, gênero, sexualidade, educação e saberes tradicionais!

Educação Menstrual Emancipatória, Menopausa, Povos Indígenas e Territórios: confira a programação da nossa exposição na 25ª Semana da Extensão Universitária (SEMUNI – UnB)

Educação Menstrual Emancipatória, Menopausa, Povos Indígenas e Territórios: confira a programação da nossa exposição na 25ª Semana da Extensão Universitária (SEMUNI – UnB)

Durante a 25ª Semana da Extensão Universitária (SEMUNI), a Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio fará uma participação ativa, oferecendo atividades que tematizam educação menstrual emancipatória, menopausa, povos indígenas e territórios, com apresentação das ações de extensão desenvolvidas em perspectiva decolonial e interseccional, oficinas, roda de conversa e entrevistas para produção de podcasts.

A exposição estará alocada no ICC Sul Udefinho - UnB, com ações concomitantes na sede do INCT Caleidoscópio, localizada também no ICC Sul - UnB, e em salas do prédio. No estande, o projeto MEInstruAção (Instagram) realizará  atividades interativas com a comunidade, junto a apresentações dos projetos realizados pela "Rede Arandu" e pelo "MenoPausa".

A SEMUNI 2025 é um evento da Universidade de Brasília (UnB) focado em promover e celebrar as ações que conectam a academia com a sociedade, sob o tema "UnB e Territórios em Movimento: Saberes, Inovação e Sociedade".

Desse modo, as propostas foram desenhadas e baseadas no avanço de políticas emancipatórias e críticas – conquistadas pelos movimentos sociais, em que predominavam ideais de igualdade, justiça social e democracia participativa, para construir, em coletivo, saberes específicos ético-políticos que sentem, pensam, entendem e buscam resolver de maneira coletiva, politizando as temáticas propostas por meio de redes para tentar transformar e decolonizar o Cistema heteropatriarcal – mas também nas epistemologias negras, indígenas, quilombolas.

Ademais, as ações se relacionam a 6 dos 17 ODS descritos na Agenda 2030 da ONU:

  • 01: Erradicação da pobreza;
  • 03: Saúde e bem-estar;
  • 04: Educação de qualidade;
  • 05: Igualdade de gênero;
  • 10: Redução das desigualdades;
  • 13: Ação contra a mudança global do clima, ao debater, por exemplo, sobre as relações entre o uso de tecnologias menstruais, o descarte e a sustentabilidade ambiental.

O evento ocorrerá de 03 a 06 de novembro. Confira abaixo a programação das atividades do INCT Caleidoscópio Nucleação Centro-Oeste!

Programação do INCT Caleidoscópio pela Nucleação Centro-Oeste SAMUNI 2025

No dia 04 de novembro de 2025, o INCT Caleidoscópio promoverá a atividade intitulada "territorializando saberes em movimento", que ocorrerá no estande, localizado no ICC Sul Udefinho da Universidade de Brasília (UnB), das 10h00 às 18h00. 

Durante essa programação, será realizada a micro atividade "Tirando a menstruação do banheiro", com ações voltadas ao letramento crítico em educação menstrual com o objetivo de ressignificar as narrativas sobre o tabu menstrual operado por meio de mitos, estigmas e ordenamentos. 

Ainda no dia 04, das 17h00 às 19h00, ocorrerá a micro atividade "Pesquisa colaborativa: sentir e pensar gênero com povos indígenas", na sede do INCT, localizada no Módulo 8 do ICC Sul – Darcy Ribeiro.

Outra ação do mesmo dia será a oficina "Segue o fluxo: oficina de letramento crítico em educação menstrual emancipatória", que será realizada na sala ICC Sul BT 168, das 9h00 às 12h00.

Pela manhã, a oficina abordará a ressignificação do tabu menstrual, a partir de dinâmicas que incluem o Kahoot – “fato ou fake” , jogo de cartas produzido pela equipe do projeto.

Durante a tarde, das 14h00 às 17h00, a oficina abordará as relações entre tecnologias menstruais, justiça socioambiental e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Serão expostas tecnologias menstruais, com a proposta de que os participantes escolham uma das tecnologias disponíveis e relacionem seu uso aos ODS por meio de Cards temáticos. A atividade também abordará questões sobre descarte, coleta seletiva e sustentabilidade socioambiental, com elaboração de um post em formato carrossel, relacionando as instruções, as tecnologias e os ODS.

No dia 05 de novembro de 2025, será realizada a micro atividade "Café com pausa, Menopausa", que acontecerá das 10h00 às 12h00, na sede do INCT, Módulo 8, ICC Sul – Darcy Ribeiro.

Encerrando a programação, no dia 06 de novembro de 2025, ocorrerá a oficina de produção de materiais didáticos para uma educação menstrual emancipatória, das 9h00 às 12h00, na sala ICC Sul BT 168 – Darcy Ribeiro.

Acompanhe nosso Instagram e veja também registros e relatos em tempo real e posteriormente das atividades realizadas.

Acesse o link a seguir e nos siga para mais conteúdos: Instagram - @inctcaleidoscópio.

Rede Arandu participa do Seminário Nacional “Transições Justas em Movimento”

Rede Arandu participa do Seminário Nacional “Transições Justas em Movimento”

Autoria: Tchella Maso.

Rede Arandu esteve presente no Seminário Nacional: Transições Justas em Movimento, realizado no dia 14 de outubro de 2025, no Auditório do Instituto de Relações Internacionais da UnB. O evento reuniu movimentos sociais, organizações da sociedade civil, academia e poder público para debater os caminhos para uma transição justa no contexto das crises climáticas.

Durante o seminário, a equipe da Rede Arandu acompanhou os debates e reuniu depoimentos que farão parte da comunicação preparatória para a COP, incluindo entrevista com Jurema Werneck. O movimento indígena esteve fortemente representado, com a participação da APIB e de Ramona Jucá, do Coletivo Tybyra, organização com a qual a Rede Arandu mantém parceria de trabalho.

Os debates trouxeram à tona questões fundamentais sobre o papel da sociedade civil nas discussões sobre transição justa, problematizando o próprio conceito e seus significados para diferentes territórios e comunidades. Representantes da Periferia Feminista destacaram a urgência de promover justiça climática através do diálogo e do protagonismo de quem cuida da terra, enfatizando a necessidade de ressignificar modos de vida.

A interseccionalidade e a transversalidade emergiram como princípios essenciais para unificar as lutas, conectando demandas por demarcação de territórios de comunidades tradicionais, reforma agrária e reforma urbana como faces indissociáveis da justiça climática. Espaços como a Cúpula dos Povos foram apontados como fundamentais para a construção coletiva do comum.

Um dos questionamentos centrais que atravessou todas as mesas foi: como falar de transição justa em contextos de processos avançados de violação dos direitos humanos? O seminário reforçou que não há transição energética verdadeiramente justa sem o enfrentamento das desigualdades estruturais, do colonialismo climático e sem garantir que comunidades locais, povos indígenas, periferias e trabalhadores sejam reconhecidos como protagonistas — e não apenas beneficiários — das soluções climáticas.

A participação da Rede Arandu neste espaço, enquanto rede colaborativa de pesquisa sobre povos indígenas, gênero e sexualidade, reafirma seu compromisso com perspectivas interseccionais que reconhecem as dissidências de gênero e sexualidade como dimensões fundamentais da justiça climática, e com a escuta atenta dos movimentos sociais cujas vozes seguem sendo historicamente silenciadas nos debates globais sobre clima e justiça.

I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio é pauta de matéria da UnBTV

I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio é pauta de matéria da UnBTV

I Seminário Internacional do INCT Caleidoscópio - VIII Práticas Socioculturais e Discurso, realizado nos dias 29, 30 e 31 de Outubro de 2024, no campus Darcy Ribeiro, foi pauta de uma matéria produzida pela UnBTV, o canal de televisão da Universidade de Brasília.

Na matéria, são entrevistadas Viviane Resende, coordenadora do INCT Caleidoscópio, Maria Emília Telles, decana de Pesquisa e Inovação da UnB, Deborah Santos, secretária de Direitos Humanos da UnB, e Andreza Xavier, coordenadora do Ministério da Mulheres.

Produzida por Daniele Gruppi, a matéria na íntegra está abaixo.