Violência de gênero e sexualidade contra pessoas indígenas é o tema do sexto encontro curso de extensão “Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo” no dia 20/10

Violência de gênero e sexualidade contra pessoas indígenas é o tema do sexto encontro curso de extensão “Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo” no dia 20/10

O sexto encontro do curso de extensão “Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo” tem como tema violência de gênero e sexualidade contra pessoas indígenas, na qual serão abordadas as intersecções entre corpo, território, identidade e colonialidade, a partir das vivências e saberes das convidadas.

Transmitido ao vivo dia 20 de outubro de 2025, às 19h30 (horário de Brasília), no canal do YouTube do INCT Caleidoscópio, a proposta do encontro é abrir um espaço de escuta e reflexão sobre as múltiplas formas de violência que atingem pessoas indígenas, em especial mulheres e pessoas LGBTQIA+. 

Para mediar a conversa, receberemos Jaqueline KambiwáIãkatu TupinambáJay Tupinambá e Nicole Mendes: pessoas indígenas com trajetórias marcadas pela luta, resistência e afirmação de identidades diversas.

On-line e gratuito, sua participação é muito bem-vinda para fortalecer este diálogo necessário e urgente.

O curso oferece certificado de 60 horas aos participantes cadastrados previamente, com frequência contabilizada por meio de formulário assinados nos encontros. Contamos com a sua presença para dar continuidade a este ciclo de aprendizados e formação política!

Salve a prévia no YouTube e receba notificação: 6º Encontro Violência de Gênero e Sexualidade contra pessoas indígenas l curso Rede Arandu

Sobre o curso de extensão

Este curso é uma iniciativa da Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade - Arandu, os encontros buscam debater a compreensão sobre corpo, gênero e sexualidade com protagonismo de epistemologias indígenas, que convida a audiência a expandir horizontes de compreensão e descobrir a riqueza dos conhecimentos ancestrais que podem transformar nossa visão sobre experiências corporais e relações de gênero!

Isso é feito a partir de mesas-redondas e palestras abertas ao público, que buscam aproximar saberes acadêmicos e não acadêmicos e valorizar os conhecimentos indígenas em diálogo com as temáticas de gênero e sexualidade, abordando questões centrais para a compreensão das interseções entre território, políticas públicas, sexualidades e corporeidade nas comunidades indígenas e colonas com encontros virtuais e gratuitos.

Assista os encontros anteriores no canal do INCT Caleidoscópio: Curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo

O curso de extensão é promovido a partir de diálogos qualificados entre lideranças indígenas e pesquisadoras(es) acadêmicos, ao longo de oito meses com duração total de 60 horas. Os encontros acontecerão no período noturno com participantes de diferentes etnias, territórios, países e campos de atuação, promovendo o diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são centrais para o campo.

Para participar do curso, não é necessário realizar inscrição prévia, entretanto, para receber certificado, era preciso se inscrever pelo formulário até o dia 23 de junho, e preencher a lista de presença disponibilizada durante cada encontro.

Todos os encontros do curso estão disponível no canal do INCT Caleidoscópio no YouTube para ampliar o alcance e o impacto da proposta.

Sobre a rede Arandu

A Rede Arandu é uma rede interinstitucional criada com o objetivo de aproximar Estado, Universidade e Movimentos Sociais na construção de políticas públicas para povos indígenas desde uma perspectiva interseccional. Vinculada ao Observatório e Incubadora da Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio, a rede propõe que a produção de conhecimento se dê a partir das necessidades expressas pelas próprias comunidades indígenas, com foco especial na diversidade de gênero e sexualidade.

O nome "Arandu" vem do guarani e significa sabedoria ancestral - conhecimento vivo construído no diálogo e na troca entre pessoas, tempos e mundos.

A presença e o protagonismo de vozes indígenas nesses debates são centrais para descolonizar o conhecimento acadêmico. Assim, pretende-se ampliar sua visibilidade e, na mesma medida, o horizonte de compreensão sobre as diversas formas de existir e se relacionar no mundo, destacando cosmologias e entendimentos diversos sobre experiências corporais e relações de gênero.

Dessa forma, a formação busca contribuir para a construção de pontes entre a universidade e outros espaços de produção de conhecimento. Ao promover o contato com a literatura existente na área, fomentar novas perguntas e estimular a criação de redes, a iniciativa fortalece a formação crítica dos participantes e questiona paradigmas eurocêntricos e heteronormativos predominantes na academia.

Leia também: Conheça a ARANDU - Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de perspectivas teóricas e metodológicas inovadoras, proporcionando um aprendizado situado por meio do diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são fundamentais para o campo. 

Com uma programação diversa e aberta, o curso fortalece redes de pesquisa, afeto e atuação política, contribuindo para a construção de pontes entre diferentes formas de conhecimento e para a democratização do saber.

Acompanhe as redes sociais do INCT Caleidoscópio para mais conteúdos sobre diversidade, educação e saberes tradicionais realizados pela rede Arandu. Uma realização do INCT Caleidoscópio – Coordenação Centro-Oeste, por meio da Rede Arandu. 

Seminário Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa abre inscrições gratuitas até dia 17/11

Seminário Linhas cruzadas da formação feminista e da pesquisa abre inscrições gratuitas até dia 17/11

Inscrições abertas para o Seminário Linhas cruzadas - da formação feminista e da pesquisa, um encontro online e gratuito que apresenta a metodologia da linha da vida, desenvolvida em espaços de formação feminista desde os anos 1970, essa metodologia convida a refletir sobre como transformar modos de aprender, pesquisar e narrar experiências. 

O evento será online e gratuito, ocorrendo nos dias 17 e 18 de novembro, das 16h às 18h. A transmissão será ao vivo pelo do INCT Caleidoscópio no YouTube. Durante as transmissões, o formulário de certificação estará disponível no chat ao vivo para a audiência preencher presença.

Salve a prévia aqui: 

Sobre o evento

Este seminário visa apresentar a metodologia da linha da vida, conhecida na experiência de formação feminista brasileira desde o final dos anos 1970, e debater seu potencial formativo e transformativo, assim como seu uso recente na pesquisa sobre trajetórias estudantis.

O seminário é uma iniciativa da nucleação centro-oeste, no âmbito do INCT Caleidoscópio (MCTI/UnB), com a parceria do Laboratório de Estudos Críticos do Discurso (UnB) e do Grupo Perspectivas Linguísticas Contemporâneas (UFG).

Na programação, as convidadas tratarão de aspectos diferentes da metodologia, na formação feminista e na pesquisa, apresentando como foram usadas e quais as elaborações proporcionaram. Deste modo, no no dia 17 de novembro, a mesa-redonda 1: Feminismos, sexualidades e violências terá mediação de Eliane Gonçalves, Thaís Batista da Silva, Murilo dos Santos Gomes e Amanda Diniz Vallada.

Já no dia 18 de novembro, a mesa-redonda 2: Linguagens, migrações e territorialidades contará com Joana Plaza Pinto, Ana Luiza Krüger Dias, Geronilza Quirino da Silva e Thaís Elizabeth Pereira Batista que conduzirão a dinâmica.

 

Mais informações no site do eventohttps://www.even3.com.br/seminario-linhas-cruzadas-da-formacao-feminista-e-da-pesquisa-635149/

Pesquisadoras do INCT Caleidoscópio apresentam estudos sobre mulheres na ciência e comunicação feminista em congresso internacional

Pesquisadoras do INCT Caleidoscópio apresentam estudos sobre mulheres na ciência e comunicação feminista em congresso internacional

Autoria: Inara Fonseca.

Entre os dias 16 e 18 de setembro, as pesquisadoras do INCT Caleidoscópio Lia Sousa, Mirlene Simões, Morgani Guzzo e Inara Fonseca estiveram em Montevidéu (Uruguai) para apresentar suas pesquisas no XV Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología y Género. As quatro pesquisadoras são pós-doutorandas do INCT Caleidoscópio e integrantes da Nucleação Sul-Sudeste do Observatório Caleidoscópio. 

Lia Sousa apresentou “Mulheres nas ciências dos oceanos: trajetórias do passado, indicadores do presente”, uma análise interseccional da participação feminina na área, com base em dados do CNPq-Brasil. O trabalho contou com a colaboração de Maria Margaret Lopes, membro do Comitê Gestor do INCT.

Foto: Reprodução arquivo pessoal pesquisadoras INCT Caleidoscópio.

Mirlene Simões, em parceria com Karla Bessa, vice-coordenadora do INCT, apresentou “Por que poucas jovens escolhem carreiras nas áreas STEAM?”, investigando a rejeição de estudantes do ensino médio de Campinas/SP às carreiras de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.

Foto: Reprodução arquivo pessoal pesquisadoras INCT Caleidoscópio.

Morgani Guzzo trouxe à tona “Enfrentamento às violências de gênero nas universidades: políticas e desafíos”, mapeando políticas institucionais de combate à violência de gênero em universidades públicas do Sul e Sudeste brasileiro.

Foto: Reprodução arquivo pessoal pesquisadoras INCT Caleidoscópio.

Por fim, Inara Fonseca apresentou “Narrando Utopias: relato de experiência sobre um podcast de inspiração feminista e freireana”, análise de um projeto de comunicação científica feminista. O trabalho foi desenvolvido em parceria com Karla Bessa e Elizandro Maurício Brick, do Prosa – Núcleo de Pesquisas em Educação e Tecnologia.

Há mais de duas décadas, o Congresso Iberoamericano de Ciência, Tecnologia e Gênero reúne pesquisadoras que analisam a produção científica sob uma perspectiva feminista. O encontro consolidou uma comunidade dedicada a investigar as relações entre gênero e ciência, com base em uma abordagem interseccional.

Os estudos apresentados compartilham um objetivo político comum: combater o sexismo e o androcentrismo na prática científica. Com olhar crítico, o congresso tem questionado paradigmas, denunciado desigualdades históricas e proposto mudanças para tornar o sistema científico mais inclusivo e igualitário.

A participação das pesquisadoras também reforça a importância da visibilidade internacional das pesquisas desenvolvidas no âmbito do INCT Caleidoscópio, ampliando o diálogo com outros países da América Latina e fortalecendo redes de colaboração em torno de gênero, ciência e transformação social.

 

Foto: Reprodução arquivo pessoal pesquisadoras INCT Caleidoscópio.

Saberes Indígenas trans e travesti é o tema do 5º encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo

Saberes Indígenas trans e travesti é o tema do 5º encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo

Saberes Indígenas trans e travesti é o tema do quinto encontro do curso de extensão “Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo”. O encontro será transmitido ao vivo no dia 15 de setembro, às 19h30 (horário de Brasília), no canal do YouTube do INCT Caleidoscópio.

Nesta edição, vamos discutir as trajetórias e perspectivas de pessoas indígenas trans e travestis, explorando as intersecções entre identidades de gênero, sexualidade e ancestralidade dentro dos contextos culturais tradicionais dos povos originários.

Com mediação de Azzy Melo, integrante da Rede Arandu, participam da mesa: 

  • Kiga Boe – Indígena do povo Boe (Bororo), da aldeia Meruri. Designer, Mestra em Antropologia Social e Doutoranda em Antropologia Social. Co-fundadora do Coletivo Tybyra.
  • Naktamañã Kuparaka Macedo – Mulher trans indígena do povo Pataxó, advogada e membra da comissão permanente de direitos humanos da OAB São Paulo. Mestranda em Humanidades Direitos e outras Legitimidades pela USP.
  • Andrya Kiga Pradago – Mulher Cerradeira indígena trans do povo Boe Bororo, universitária do curso de pedagogia e Técnico Administrativo Educacional da Escola Estadual Indígena Sagrado Coração de Jesus.
  • Dían B. S. de Oliveira – Indígena do povo Arapiun, trans masculino, antropólogo e poeta. Pesquisa crises climáticas e interseccionalidade de raça, gênero e sexualidade.

O curso oferece certificado de 60 horas aos participantes cadastrados, com frequência contabilizada por meio de formulário assinados nos encontros. Contamos com a sua presença para dar continuidade a este ciclo de aprendizados e formação política!

Salve a prévia no YouTube e receba notificação: 5º Encontro Saberes Indígenas Trans e Travesti l curso de extensão Rede Arandu

Sobre o curso de extensão

Este curso é uma iniciativa da Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade - Arandu, os encontros buscam debater a compreensão sobre corpo, gênero e sexualidade com protagonismo de epistemologias indígenas, que convida a audiência a expandir horizontes de compreensão e descobrir a riqueza dos conhecimentos ancestrais que podem transformar nossa visão sobre experiências corporais e relações de gênero!

Isso é feito a partir de mesas-redondas e palestras abertas ao público, que buscam aproximar saberes acadêmicos e não acadêmicos e valorizar os conhecimentos indígenas em diálogo com as temáticas de gênero e sexualidade, abordando questões centrais para a compreensão das interseções entre território, políticas públicas, sexualidades e corporeidade nas comunidades indígenas e colonas com encontros virtuais e gratuitos.

Assista os encontros anteriores no canal do INCT Caleidoscópio: Curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo

O curso de extensão é promovido a partir de diálogos qualificados entre lideranças indígenas e pesquisadoras(es) acadêmicos, ao longo de oito meses com duração total de 60 horas. Os encontros acontecerão no período noturno com participantes de diferentes etnias, territórios, países e campos de atuação, promovendo o diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são centrais para o campo.

Para participar do curso, não é necessário realizar inscrição prévia, entretanto, para receber certificado, era preciso se inscrever pelo formulário até o dia 23 de junho, e preencher a lista de presença disponibilizada durante cada encontro.

Todos os encontros do curso estão disponível no canal do INCT Caleidoscópio no YouTube para ampliar o alcance e o impacto da proposta.

Leia também: Terceiro encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo tem como tema "Mulheres Indígenas Fazendo Política": veja como assistir ao vivo

Sobre a rede Arandu

A Rede Arandu é uma rede interinstitucional criada com o objetivo de aproximar Estado, Universidade e Movimentos Sociais na construção de políticas públicas para povos indígenas desde uma perspectiva interseccional. Vinculada ao Observatório e Incubadora da Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio, a rede propõe que a produção de conhecimento se dê a partir das necessidades expressas pelas próprias comunidades indígenas, com foco especial na diversidade de gênero e sexualidade.

O nome "Arandu" vem do guarani e significa sabedoria ancestral - conhecimento vivo construído no diálogo e na troca entre pessoas, tempos e mundos.

A presença e o protagonismo de vozes indígenas nesses debates são centrais para descolonizar o conhecimento acadêmico. Assim, pretende-se ampliar sua visibilidade e, na mesma medida, o horizonte de compreensão sobre as diversas formas de existir e se relacionar no mundo, destacando cosmologias e entendimentos diversos sobre experiências corporais e relações de gênero.

Dessa forma, a formação busca contribuir para a construção de pontes entre a universidade e outros espaços de produção de conhecimento. Ao promover o contato com a literatura existente na área, fomentar novas perguntas e estimular a criação de redes, a iniciativa fortalece a formação crítica dos participantes e questiona paradigmas eurocêntricos e heteronormativos predominantes na academia.

Leia também: Conheça a ARANDU - Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de perspectivas teóricas e metodológicas inovadoras, proporcionando um aprendizado situado por meio do diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são fundamentais para o campo. 

Com uma programação diversa e aberta, o curso fortalece redes de pesquisa, afeto e atuação política, contribuindo para a construção de pontes entre diferentes formas de conhecimento e para a democratização do saber.

Acompanhe as redes sociais do INCT Caleidoscópio para mais conteúdos sobre diversidade, educação e saberes tradicionais realizados pela rede Arandu. Uma realização do INCT Caleidoscópio – Coordenação Centro-Oeste, por meio da Rede Arandu.

4º encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo traz o tema “Colonização e Sexualidades Indígenas” no ciclo de aprendizados

4º encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo traz o tema “Colonização e Sexualidades Indígenas” no ciclo de aprendizados

Com o tema Colonização e Sexualidades Indígenas, o quarto encontro do ciclo de palestras do curso de extensão “Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo” fará um dialogo sobre como a colonização estruturou e ainda estrutura dinâmicas de poder, agência, resistência e convivência ligadas às vivências e expressões da sexualidade entre povos e pessoas indígenas.

A transmissão ao vivo ocorrerá no dia 18 de agosto às 19:30 horas (horário de Brasília) pelo canal do YouTube do INCT Caleidoscópio. Com mediação da Amanda Ferreira, pós-doutoranda em Relações Internacionais pela PUC-Rio e integrante da Rede Arandu, a mesa é composta por:

    • Estevão Fernandes - antropólogo e professor da Universidade Federal de Rondônia, pós-doutor pela Brown University (EUA) e autor de Gay Indians in Brazil e Descolonizando Sexualidades.
    • Danilo Tupinikim - assessor Internacional da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), co-fundador do Coletivo TYBYRA, cientista político pela UnB e pesquisador do Instituto de Políticas Relacionais.
    • Bárbara Arisi - professora visitante no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFBA, com ampla trajetória acadêmica internacional, pós-doutora em Antropologia Social pela UFSC, ex-professora da UNILA e ex-diretora do Instituto Latino-Americano de Artes, Cultura e História (ILAACH).

Contamos com a sua presença para dar continuidade a este ciclo de aprendizados e formação política!

Salve a prévia no YouTube e receba notificação: 4º Encontro: Colonização e Sexualidades Indígenas

Sobre o curso de extensão

Este curso é uma iniciativa da Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade - Arandu, os encontros buscam debater a compreensão sobre corpo, gênero e sexualidade com protagonismo de epistemologias indígenas, que convida a audiência a expandir horizontes de compreensão e descobrir a riqueza dos conhecimentos ancestrais que podem transformar nossa visão sobre experiências corporais e relações de gênero!

Isso é feito a partir de mesas-redondas e palestras abertas ao público, que buscam aproximar saberes acadêmicos e não acadêmicos e valorizar os conhecimentos indígenas em diálogo com as temáticas de gênero e sexualidade, abordando questões centrais para a compreensão das interseções entre território, políticas públicas, sexualidades e corporeidade nas comunidades indígenas e colonas com encontros virtuais e gratuitos.

Assista os encontros anteriores no canal do INCT Caleidoscópio: Curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo

O curso de extensão é promovido a partir de diálogos qualificados entre lideranças indígenas e pesquisadoras(es) acadêmicos, ao longo de oito meses com duração total de 60 horas. Os encontros acontecerão no período noturno com participantes de diferentes etnias, territórios, países e campos de atuação, promovendo o diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são centrais para o campo.

Para participar do curso, não é necessário realizar inscrição prévia, entretanto, para receber certificado, era preciso se inscrever pelo formulário até o dia 23 de junho, e preencher a lista de presença disponibilizada durante cada encontro.

Todos os encontros do curso estão disponível no canal do INCT Caleidoscópio no YouTube para ampliar o alcance e o impacto da proposta.

Leia também: Terceiro encontro do curso Saberes Indígenas, Gênero e Sexualidade em Diálogo tem como tema "Mulheres Indígenas Fazendo Política": veja como assistir ao vivo

Sobre a rede Arandu

A Rede Arandu é uma rede interinstitucional criada com o objetivo de aproximar Estado, Universidade e Movimentos Sociais na construção de políticas públicas para povos indígenas desde uma perspectiva interseccional. Vinculada ao Observatório e Incubadora da Nucleação Centro-Oeste do INCT Caleidoscópio, a rede propõe que a produção de conhecimento se dê a partir das necessidades expressas pelas próprias comunidades indígenas, com foco especial na diversidade de gênero e sexualidade.

O nome "Arandu" vem do guarani e significa sabedoria ancestral - conhecimento vivo construído no diálogo e na troca entre pessoas, tempos e mundos.

A presença e o protagonismo de vozes indígenas nesses debates são centrais para descolonizar o conhecimento acadêmico. Assim, pretende-se ampliar sua visibilidade e, na mesma medida, o horizonte de compreensão sobre as diversas formas de existir e se relacionar no mundo, destacando cosmologias e entendimentos diversos sobre experiências corporais e relações de gênero.

Dessa forma, a formação busca contribuir para a construção de pontes entre a universidade e outros espaços de produção de conhecimento. Ao promover o contato com a literatura existente na área, fomentar novas perguntas e estimular a criação de redes, a iniciativa fortalece a formação crítica dos participantes e questiona paradigmas eurocêntricos e heteronormativos predominantes na academia.

Leia também: Conheça a ARANDU - Rede Colaborativa de Pesquisa Povos Indígenas, Gênero e Sexualidade

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento de perspectivas teóricas e metodológicas inovadoras, proporcionando um aprendizado situado por meio do diálogo direto com autoras(es) e lideranças indígenas cujas ideias são fundamentais para o campo. 

Com uma programação diversa e aberta, o curso fortalece redes de pesquisa, afeto e atuação política, contribuindo para a construção de pontes entre diferentes formas de conhecimento e para a democratização do saber.

Acompanhe as redes sociais do INCT Caleidoscópio para mais conteúdos sobre diversidade, educação e saberes tradicionais realizados pela rede Arandu.