Caderno Orientador sobre maternidades quilombolas nas universidades será lançado em evento ao vivo dia 20 de julho

Caderno Orientador sobre maternidades quilombolas nas universidades será lançado em evento ao vivo dia 20 de julho

Publicação reúne recomendações construídas com mulheres quilombolas para fortalecer políticas de permanência, cuidado e equidade racial nas universidades brasileiras.

Como construir políticas universitárias capazes de responder às experiências vividas por mães quilombolas? De que maneira universidades, gestoras(es), pesquisadoras(es), movimentos sociais e comunidades podem atuar conjuntamente para ampliar condições de permanência, cuidado e equidade na educação superior?

Essas questões orientam o Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas, tecnologia social que será lançada no próximo 20 de julho de 2026, das 10h às 12h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube.

A publicação resulta de pesquisas desenvolvidas em diálogo permanente com mulheres quilombolas e integra o Projeto "Mulheres Quilombolas nas Ciências: políticas de permanência nas universidades e produção de subjetividades" (Edital Universal 10/2023; Auxílio nº 2751/2025) e o projeto "Mulheres Quilombolas na Pós-Graduação em Psicologia: uma agenda em construção" (Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq), coordenados pela Profa. Dra. Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande.

Essa iniciativa é desenvolvida no âmbito da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal e da Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal no âmbito do Observatório Caleidoscópio, frentes de atuação do INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências, com coordenação do Grupo de Pesquisa Ateliê: psicologias, feminismos e contracolonialidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande.

O lançamento também materializa uma cooperação institucional construída entre a Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal e a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, formalizada por meio do Termo de Compromisso Cidadão em Ciência, Tecnologia e Sociedade para Ensino, Pesquisa, Extensão e Transferência de Tecnologias Sociais, assinado em 07 de agosto de 2024. O acordo estabelece o compromisso de fortalecer, por meio da produção compartilhada de pesquisas e tecnologias sociais, as trajetórias de mulheres quilombolas pesquisadoras nas universidades, bem como definir princípios para pesquisas desenvolvidas em territórios quilombolas e com quilombolas, orientados pela ciência cidadã, pelo diálogo com as comunidades e pela valorização dos direitos quilombolas. Para conhecer mais, acesse.

Construído de forma colaborativa entre pesquisadoras negras e quilombolas, graduandas negras quilombolas, comunidades, integrantes movimentos sociais e universidades, o caderno apresenta recomendações destinadas ao fortalecimento das políticas institucionais de permanência de estudantes mães quilombolas, articulando evidências produzidas pela pesquisa científica, experiências comunitárias e conhecimentos construídos nos territórios.

Entre os conteúdos da publicação encontram-se:

  • Recomendações para universidades, gestoras(es), equipes de assistência estudantil e formuladoras(es) de políticas públicas.
  • Diretrizes para o desenvolvimento de políticas de permanência voltadas às maternidades quilombolas.
  • Experiências produzidas por mulheres quilombolas em diferentes territórios brasileiros.
  • Reflexões sobre maternidades, cuidado, permanência universitária, racismo, gênero e direitos.
  • Orientações para projetos de pesquisa, extensão, ensino e formação profissional.
  • Estratégias voltadas à construção de ambientes universitários comprometidos com a equidade étnico-racial e de gênero.

A publicação destina-se a:

  1. Docentes da Educação Superior e da Educação Básica.
  2. Pesquisadoras(es) e estudantes de graduação e pós-graduação.
  3. Gestoras(es) universitárias(os) e equipes de assistência estudantil.
  4. Pró-Reitorias, coordenações de cursos, núcleos de ações afirmativas e setores de apoio estudantil.
  5. Projetos de pesquisa e extensão.
  6. Movimentos sociais, comunidades quilombolas e organizações da sociedade civil.
  7. Instituições públicas comprometidas com a promoção da permanência e da equidade racial na educação superior.

O evento reunirá pesquisadoras de diferentes universidades brasileiras, lideranças quilombolas e representantes de instituições públicas e organizações da sociedade civil para discutir maternidades, permanência universitária, tecnologias sociais e produção compartilhada do conhecimento.

Após o lançamento, o Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas estará disponível gratuitamente, em formato digital, no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal: https://www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br.

Esta atividade integra o Ciclo de Tecnologias Sociais do Projeto Mulheres Quilombolas nas Ciências, composto por guias, cadernos orientadores, cadernos de recursos e materiais audiovisuais que serão disponibilizados entre julho e novembro de 2026. As publicações abordam diferentes dimensões do acesso, da permanência, da produção científica e das trajetórias acadêmicas de mulheres quilombolas, reunindo resultados de pesquisas, experiências comunitárias e tecnologias sociais construídas de forma colaborativa.

As próximas atividades, as publicações e os materiais produzidos poderão ser acompanhados no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal, disponível em www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br, e nos canais de comunicação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Caleidoscópio, do Projeto Mulheres Quilombolas nas Ciências e do Grupo de Pesquisa Ateliê: Psicologias, Feminismos e Contracolonialidades.

A Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal é coordenada pela Profa. Dra. Dolores Galindo, da Universidade Federal de Campina Grande, e pela Profa. Dra. Sílvia Lúcia Ferreira, da Universidade Federal da Bahia.

Serviço

Evento: Lançamento do Caderno Orientador Maternidades quilombolas nas universidades: políticas de permanência étnico-racialmente afirmativas e territorialmente situadas

Data: 20 de julho de 2026

Horário: 10h às 12h (horário de Brasília)

Modalidade: On-line

Transmissão ao vivo pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube: clique aqui e salve a prévia.

Acesse o caderno gratuitamente, após o lançamento, no Portal da Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal: https://www.incubadoracaleidoscopio.ufcg.edu.br.

Inscrições abertas para o I Ciclo de Seminários da Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade no Sul Global (RLSG)

Inscrições abertas para o I Ciclo de Seminários da Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade no Sul Global (RLSG)

Seminário reúne pesquisadoras de diferentes países para divulgar pesquisas e fortalecer o enredamento científico sobre linguagem e sociedade no Sul Global

Estão abertas as inscrições para participação no I Ciclo de Seminários da Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade no Sul Global (RLSG), que acontecerá online nos dias 13 e 27 de maio, e 03 de junho. 

Com a temática “Conexões entre pesquisas sobre linguagem e sociedade no Sul Global”, o evento visa divulgar a produção situada de pesquisadoras de países participantes da rede e fortalecer o enredamento científico entre as profissionais e as instituições às quais estão vinculadas. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas por meio do formulário.

O I Ciclo de Seminários da Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade no Sul Global (RLSG) é organizado pelo Grupo de Estudos Críticos em Discurso e Sociedade - Atmos, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab), pelo Laboratório de Estudos Críticos do Discurso (LabEC/UnB) em parceria com o INCT Caleidoscópio. O evento também conta com apoio do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem (PPGLin/Unilab).

Confira o cronograma do evento

O ciclo de seminários acontece ao longo de três encontros transmitidos ao vivo pelo canal do YouTube do Laboratório de Estudos Críticos do Discurso.

13 de maio (quarta-feira) – 14h

Com a temática “A linguagem na literatura: para a compreensão dos diferentes usos linguísticos na produção literária”, este encontro contará com a participação de pesquisadoras de Angola, Cabo Verde e Brasil:

  • Profa. Lusidia Maria Carolina César Felimone, da Universidade Agostinho Neto (UAN) – Angola;
  • Profa. Karina de Fátima Gomes, da Universidade de Cabo Verde (UniCV) – Cabo Verde;
  • Profa. Ana Paula Rabelo, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab) – Brasil.

27 de maio (quarta-feira) – 10h

Reunindo pesquisadoras de Guiné Bissau, Moçambique e Brasil, o segundo encontro terá como tema “A importância da educação na valorização da diversidade cultural e inovação para o desenvolvimento sustentável dos países africanos”.

  • Prof. Donaldo António Dona Quimabé, da Universidade Amílcar Cabral (UAC) – Guiné Bissau;
  • Profa. Sônia Arnaldo Cossa Matola, do Instituto Superior Maria Mãe de África (ISMMA) – Moçambique.
  • Profa. Ana Paula Rabelo, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab) – Brasil.

03 de junho (quarta-feira) – 14h

O último encontro trará a temática “Linguística e Literaturas: um diálogo intercultural entre Brasil, Timor Leste e São Tomé e Príncipe” e contará com a participação de pesquisadoras de Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Brasil

  • Profa. Érica Marciano de Oliveira, da Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) – Timor-Leste;
  • Profa. Jovânia Maria Perin dos Santos, da Universidade de São Tomé e Príncipe – São Tomé e Príncipe;
  • Profa. Ana Paula Rabelo, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab) – Brasil.

Sobre a rede Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade

A integração entre países lusófonos é um objetivo fundante da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab). 

Desta maneira, a Rede Lusófona de Pesquisa em Linguagem e Sociedade é fruto de um projeto construído a partir da parceria do Atmos/Unilab, do INCT Caleidoscópio e das seguintes universidades da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP):

  • Universidade Agostinho Neto (UAN) – Angola;
  • Universidade de Cabo Verde (UniCV) – Cabo Verde;
  • Universidade Amílcar Cabral (UAC) – Guiné-Bissau;
  • Instituto Superior Maria Mãe de África (ISMMA) – Moçambique;
  • Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP) – São Tomé e Príncipe;
  • Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) – Timor-Leste.

Para mais informações, acesse a notícia e nossos canais: Instagram e YouTube!

I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe” abre inscrições para encontro híbrido no dia 28 de maio

I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe” abre inscrições para encontro híbrido no dia 28 de maio

Diálogos desde a produção acadêmica de pesquisadoras negras, afrodescendentes e quilombolas. Conheça a programação dos encontros e veja como participar!

Estão abertas as inscrições para participação no I Ciclo Internacional de Seminários “Confabulações Críticas em Psicologia África, América Latina e Caribe”, pelo Observatório Caleidoscópio por meio da Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal e pela Incubadora Social Feminista Social Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio: Instituto de Estudos Avançados em Iniquidades, Desigualdades e Violências de Gênero e Sexualidade e suas múltiplas insurgências, em articulação com a Universidade Agostinho Neto e a Universidade Católica de Angola.

Nesta edição, o ciclo tem como eixo temático a promoção de Diálogos desde a Produção Acadêmica de Mulheres Negras: Diálogos África e Diáspora Africana, sob a coordenação das professoras Dolores Galindo (UFCG) e Helena Veloso (UAN/UCAN).

O atual Ciclo Internacional de Seminários emerge da construção e consolidação de redes internacionais de pesquisa entre mulheres negras e mulheres de territorialidades fronteiriças nas ciências do Sul Global, articulando universidades, pesquisadoras, experiências territoriais e produção científica entre África, América Latina e Caribe. Os encontros se ancoram em marcos políticos da trajetória de suas lutas, dialogando com datas fundamentais às insurgências de mulheres negras, afrodescendentes e quilombolas: o Dia Internacional da Mulher; o Dia da África; o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha; o Dia Internacional Contra o Tráfico de Mulheres; o Dia Nacional da Consciência Negra; e o Dia Internacional dos Direitos Humanos. 

Nesta direção, a iniciativa resulta de uma cooperação internacional com a Red Internacional de Voces Afrofeministas (RIVAS) e com o Grupo de Trabalho Afrodescendentes Propostas Contrahegemónicas da CLACSO, com fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A organização está a cargo do Grupo de Pesquisa Ateliê: psicologias, feminismos e contracolonialidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), em parceria com a Universidade Agostinho Neto (UAN) e a Universidade Católica de Angola (UCAN).

Nacionalmente, articula-se com o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Assis (PPGPsico-UNESP), GEM - Centro de Estudos e Pesquisas sobre Mulheres, Gênero, Saúde e Enfermagem e com o Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM/UFBA). 

Fabular criticamente, a partir da provocação que nos faz Saidiya Hartman (2008, 2022), permite forjar composições, rompimentos e tensionamentos, os quais excedem ou mesmo extrapolam e transgridem o cálculo racial que atravessa os arquivos lacunares da produção acadêmica em Psicologia e em campos disciplinares com os quais dialogamos, marcados também por formas de epistemicídio discutidos por Sueli Carneiro (2005).

Como nos lembram bell hooks (2019) e Gonzalez (1988), importa criar espaços onde, como pessoas negras, afrodescendentes e quilombolas, a partir dos feminismos negros e africanos (Oyěwùmí, 2011, 2020), interrogamos o “olhar do Outro” e também “olhamos de volta”, umas para as outras, dando nome ao que vemos, sentimos e pesquisamos, em escritas constituídas pela experiência e pela memória coletiva, em movimentos de escrevivência, tal como nos convida Conceição Evaristo (2020), escapando às narrativas de histórias únicas nas ciências (Correia, 2020; Septien, 2022). 

Situamos o presente ciclo internacional de seminários como uma prática de Confabulação Crítica, ou seja, um trabalho coletivo de fabulação que se dá num arquivo necessariamente lacunar da Psicologia, traçando conexões entre Angola e Brasil, refazendo rotas e percursos de mulheres pesquisadoras numa temporalidade que se esboça a partir de corpos atravessados pela diáspora, exílio, refúgio e por comunidades de destino. 

Com atividades realizadas entre março de 2026 e dezembro de 2026 sob a mediação por Dolores Galindo (UFCG) e Helena Veloso (UAN/UCAN), os encontros reúnem pesquisadoras negras, afrodescendentes e quilombolas de países da África, América Latina e Caribe em torno de debates sobre produção acadêmica de mulheres negras, psicologias, raça, gênero, territorialidades, mudanças climáticas e epistemologias do Sul Global. Ao longo da programação, pesquisadoras de Angola, Brasil, Cuba e Argentina apresentam suas pesquisas sobre psicologias, mudanças climáticas, migrações, políticas públicas, cuidado comunitário, linguagens, territorialidades quilombolas e disputas epistemológicas, fortalecendo redes de cooperação científica entre África, América Latina e Caribe.

Esta ação é vinculada aos projetos de pesquisa “Mulheres Quilombolas nas Ciências: políticas de permanência nas universidades e produção de subjetividades” (Edital Universal 10/2023; Auxílio: 2751/2025) e “Mulheres Quilombolas na Pós-Graduação em Psicologia: uma agenda em construção” (Bolsa de Produtividade em Pesquisa CNPq).

Veja como participar

Os encontros acontecem em formato híbrido com transmissões entre Brasil e Angola pelo canal do INCT Caleidoscópio no YouTube, para ampliar a participação de pesquisadoras/es de diferentes países africanos e latino-americanos, fortalecendo as redes de cooperação Sul-Sul e ampliando a circulação transnacional do conhecimento.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível neste link, também presente na bio do nosso perfil do Instagram @INCTCaleidoscopio.

A certificação será emitida pela Nucleação Norte, Nordeste e Amazônia Legal do INCT Caleidoscópio, sede Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para participantes com frequência mínima de 75% nas atividades do ciclo.

Conheça o cronograma datas, temas e participantes

SEMINÁRIO I

Com tema “Nós em Rede” Produção Acadêmica de Mulheres Negras na Última Década: Diálogos África e Diáspora Africana (Angola, Brasil e Cuba), o primeiro seminário ocorreu no dia 09 de março de 2026, em formato híbrido, às 8 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 12 horas (Horário de Luanda, Angola).

O encontro contou com a participação de:

Elsa Barber, de Angola Business School, em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, e Gabinete da Vice-Presidência da República (GVPR), Angola.
- Políticas públicas de gênero em Angola.

Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), Brasil.
- Políticas públicas de gênero, raça e territorialidade na pós-graduação em universidades brasileiras.

Profa. Dra. Rosa Campoalegre Septien, do Programa Universitario de Investigación sobre Afrodescendencias y América Latina da Universidad Nacional Autónoma de México (PUIC-UNAM), Cuba.
- Coordenação do Grupo de Trabalho Afrodescendentes: Propostas Contra-hegemônicas.

Profa. Me. Luciene Tavares, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Território Quilombola de Caianas, Brasil.
- Mulheres quilombolas nas universidades e territórios.

Coordenação/Mediação: Prof. Me. Karma Richard e Prof. Me. Paulino Gonga.

SEMINÁRIO II

Com o tema Psicologias, migrações e mudanças climáticas: experiências de mulheres negras no Sul Global, o segundo seminário será realizado no dia 28 de maio de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

O encontro conta com a participação de:

Profa. Dra. Catarina Nunda, do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Mestrado em Psicologia Social, Angola.
- Migração interna feminina: mulheres (i)migrantes do Planalto Central em Luanda.

Profa. Dra. Juliene Pereira dos Santos, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Brasil.
- Territorialidades específicas no Alto Rio Trombetas: modos de vida quilombolas em conflito com grandes projetos.

Profa. Dra. Rebeca Kelly Gomes da Silva, Faculdade de Medicina de Taubaté (FMT), Brasil.
- A escrevivência como política de cuidado e autorrecuperação de mulheres negras.

Profa. Dra. Maria da Graça Silveira Gomes da Costa, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Brasil.
- Perspectivas de justiça climática a partir das experiências de feminismos afroindígenas latino-americanos.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN). 

SEMINÁRIO III 

Produção acadêmica de mulheres negras: disputas epistemológicas e legitimidade do conhecimento é o tema do terceiro seminário do ciclo, que será realizado no dia 30 de julho de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Compõem a mesa:

Profa. Dra. Anny Ocoró Loango, da Universidad Nacional de Tres de Febrero e Posgrado da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), Argentina.
- Produção acadêmica de mulheres negras.

Tamille dos Santos Ferreira, do Território Quilombola de Lagoa Grande, Feira de Santana-BA, Brasil. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde da População Negra e Indígena da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (PPGSPNI/UFRB), Brasil.
- Epistemologias ancestrais em saúde.

Profa. Dra. Candida Soares da Costa, integrante do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (PPGE/UFMT), Brasil.
- Relações raciais, educação escolar quilombola, memórias e narrativas.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO IV 

Linguagem, Psicologias e contracolonialidades entre África e Brasil é o tema do quarto encontro. Com realização no dia 24 de setembro de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil) e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Mestra Ana Bela Loureiro, da Universidade Nova de Lisboa - UNL, e da Universidade Católica de Angola (UCAN), Angola.
- Mulher e língua na construção da identidade cultural.

Profa. Dra. Jaileila de Araújo Menezes, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Brasil.
- Psicologia e epistemologias contracoloniais.

Mestra Charlene Costa, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e da Comunidade Quilombola Macanudos/RS, Brasil.
- PsicoQUILOMBOlogia como metodologia de cuidado e acolhimento bioancestral afroreferenciado.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO V 

Com o tema Psicologias, políticas públicas e práticas comunitárias de cuidado entre mulheres negras e quilombolas, o quinto seminário será realizado no dia 26 de novembro de 2026, em formato híbrido, às 09 horas (Horário de Brasília, Brasil), e às 13 horas (Horário de Luanda, Angola).

Profa. Dra. Adelina Nascimento, do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais ( FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Mestrado em Psicologia Social, Angola.
- Educação como valor de participação social para o desenvolvimento comunitário no bairro Bem Vindo.

Mestra Ronilda Bordó de Freitas, da Universidade Federal do Pará (UFPA), Brasil.
- Saberes, corpos-territórios e memórias de uma comunidade quilombola.

Profa. Dra. Diônvera Coelho da Silva, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Brasil.
- Contribuições de mulheres negras para a formação em Psicologia na Universidade Federal do Rio Grande.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

SEMINÁRIO VI 

Psicologias, Infâncias Negras, Linguagens e Políticas de Escrita: contribuições de mulheres negras entre Angola e Brasil será o tema do quarto encontro. Realizado em formato híbrido no dia 03 de dezembro de 2026 às 09 horas (horário de Brasília, Brasil).

Este encontro conta com a participação de:

Profa. Dra. Jeanine da Silveira, da Universidade Católica de Angola (UCAN), Angola.
- A toponímia de Luanda contemporânea.

Profa. Dra. Luiza Oliveira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil.
- Infâncias negras pelas mãos de Virgínia Bicudo e Conceição Evaristo.

Mestra Luane Pereira Souza Macedo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e da Comunidade Quilombola Negros do Talhado, Brasil.
- Zaire é um velho menino: fabulações quilombistas sobre possibilidades de vida e desencarceramento de adolescentes negros no sistema socioeducativo.

Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus, do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Programa de Pós-Graduação em Ensino de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (PROFHISTÓRIA/UFRRJ) e Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da Fundação Oswaldo Cruz (PPGBIOS/FIOCRUZ), Brasil.
- Psicologia social, relações étnico-raciais e produção de conhecimento.

Coordenação/Mediação: Profa. Dra. Dolores Galindo, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande (PPGPSI/UFCG), e Profa. Dra. Helena Veloso, Programa de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Agostinho Neto (UAN), com Doutoramento em Ciências Sociais, Mestrado em Psicologia Social e Coordenadora da Pós-Graduação em Consulta Psicológica da Universidade Católica de Angola (UCAN).

IV Seminário de Pesquisas do Observatório Caleidoscópio apresenta um olhar interseccional que envolve gênero, raça/etnia, sexualidade e idade

IV Seminário de Pesquisas do Observatório Caleidoscópio apresenta um olhar interseccional que envolve gênero, raça/etnia, sexualidade e idade

Na segunda-feira, dia 23 de março de 2025, às 14h, o Observatório Caleidoscópio – Nucleação Sul-Sudeste dará início à quarta edição do Seminário do Observatório Caleidoscópio.

O projeto tem como objetivo ser um espaço de divulgação científica e discussão sobre pesquisas que envolvam as temáticas desenvolvidas pelo INCT Caleidoscópio. Entre elas estão as trajetórias e os indicadores da presença das mulheres e suas múltiplas interseccionalidades na ciência, na carreira docente e na gestão das instituições de ensino. Questões como acesso, permanência, ações afirmativas e enfrentamento às violências de gênero nas universidades e nas carreiras também fazem parte do escopo do trabalho do INCT.

No primeiro encontro deste ano, as pesquisadoras convidadas irão apresentar um olhar interseccional que envolve gênero, raça/etnia, sexualidade e idade. Flávia Belmont de Oliveira, da UnB, irá abordar a subnotificação e visibilidade indígena nos registros do Disque 100 – Módulo LGBT (2011-2025). Em seguida, Gedalva de Souza, da Unicamp, irá apresentar a pesquisa “A Ciência do Envelhecimento sob lente interseccional: invisibilidades no fomento à CT&I”.

Os encontros são mensais e on-line e continuam acontecendo em dias de semana alternados, das 14h às 16h. Neste semestre, as datas do Seminário são as seguintes: 23 de março (segunda-feira), 28 de abril (terça-feira), 27 de maio (quarta-feira) e 25 de junho (quinta-feira). A programação completa pode ser acessada aqui.

A participação é aberta a todas as pessoas interessadas. As inscrições são gratuitas pelo link. Para facilitar a emissão de certificados, recomenda-se que a inscrição seja feita pelo ID UFSC (caso não tenha cadastro no ID UFSC, recomendamos realizá-lo). Outra opção é inscrever-se através da plataforma gov.br. Participantes que realizarem a inscrição no link terão direito ao certificado de participação em Projeto de Extensão pela UFSC.

Espaço de divulgação científica e diálogo sobre pesquisas

O Seminário do Observatório Caleidoscópio é uma proposta de divulgação científica onde pesquisadoras/es que trabalham com as duas principais linhas de investigação do INCT Caleidoscópio são convidadas a apresentar suas pesquisas e, posteriormente, abre-se espaço para o diálogo.

A primeira linha, que representa a Nucleação 1 do Observatório Sul-Sudeste, contempla pesquisas sobre indicadores de gênero e interseccionalidades na ciência, trajetórias de cientistas e desigualdades diversas nos diversos campos da ciência.

A segunda linha, da Nucleação 2, aborda pesquisas sobre políticas, mecanismos e estratégias de enfrentamento das desigualdades de gênero e interseccionalidades nas instituições de ensino superior, contemplando também o enfrentamento aos assédios, violências e outras opressões no âmbito universitário.

Outra forma de acompanhar as apresentações do Seminário, é pelo Youtube. Após cada edição, o vídeo das pesquisadoras é colocado no canal do INCT Caleidoscópio para que todas as pessoas interessadas possam acessar.

Confira os vídeos das apresentações das edições anteriores do Seminário do Observatório aqui.

Também são publicadas matérias sobre as pesquisas aqui no site do Observatório e divulgado trecho da apresentação no nosso perfil do Instagram

Confira a programação do semestre

23/03/2026 (segunda-feira)

14h – “Subnotificação e visibilidade indígena nos registros do Disque 100 – Módulo LGBT (2011-2025)” – Flávia Belmont de Oliveira (UnB)

15h – “A Ciência do Envelhecimento sob Lente Interseccional: Invisibilidades no Fomento à CT&I” – Gedalva de Souza (Unicamp)

28/04/2026 (terça-feira)

14h – “Perspectivas feministas sobre mudanças climáticas e transição energética” – Lígia Amoroso Galbiati (Climares (Fapesp/IFCH/Unicamp/IEI-Brasil)

15h – “A difícil presença de mulheres nas engenharias em Campina Grande, memória e trajetória de pesquisa” – Rosilene Dias Montenegro (UFCG)

27/05/2026 (quarta-feira)

14h – “Trajetórias formativas de mulheres negras quilombolas e produção de tecnologias sociais de pertencimento” – Zizele Ferreira – Incubadora Social Feminista Antirracista Norte, Nordeste e Amazônia Legal | INCT Caleidoscópio (UFCG)

15h – “Mulheres que somam: interseccionalidade e educação em STEM para mulheres e meninas no Paraná” – Luciana Rosar Fornazari Klanovicz – Unicentro/PR

25/06/2026 (quinta-feira)

14h – “Mulheres, exclusão e violência política: os desafios de 2026” – Marlise Matos – Universidade de Minas Gerais (UFMG)

15h – “A revista Cadernos de Gênero e Tecnologia, uma trajetória de produção e divulgação em gênero e ciências no Brasil” – Nanci Stancki da Luz (UTFPR)

Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” está com inscrições abertas no XIV Congresso de Pesquisadoras Negras

Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” está com inscrições abertas no XIV Congresso de Pesquisadoras Negras

Estão abertas as inscrições para a Sessão Temática (ST 065) Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades, que integra a programação do XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadoras Negras, a ser realizado de 28 a 31 de julho de 2026, em Brasília.

Nesta edição, o congresso nacional de pesquisadoras negras tem como tema “Consciência Negra: contribuição do pensamento afrodiaspórico para a democracia brasileira” e convida pesquisadoras(es) nacionais e internacionais, ativistas, movimentos sociais, pessoas de notório saber e demais interessadas(os) na consolidação de uma sociedade pautada na justiça social e na equidade a integrarem o evento.

A Sessão Temática “Menopausa, Corpo Negro e Interseccionalidades” é uma proposta de Jacqueline Fiuza da Silva Regis (INCT Caleidoscópio/UnB), integrante do GT-TER - Grupo Temático Tecnologias de Enfrentamento a Racismos em Escolas e Instituições de Ensino Superior (IES), do INCT Caleidoscópio. A atividade é um momento dedicado à menopausa, considerando as experiências de corpos negros e as desigualdades estruturais que atravessam a saúde.

Segundo a coordenação, a menopausa é vivida por mais da metade da população brasileira — 51,5%, conforme dados do IBGE (2022) — sendo as mulheres negras maioria nesse grupo. Além disso, trata-se de uma experiência que também diz respeito a homens trans. Apesar de sua relevância social, o tema tem sido historicamente pouco estudado, especialmente quando analisado a partir do recorte racial e das desigualdades estruturais que atravessam gênero, raça e outras interseccionalidades.

De acordo com o estudo Estatísticas de Gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil, divulgado pelo IBGE em 2024, as mulheres negras — maior grupo populacional feminino do país — também são as mais atingidas por diferentes formas de violência e desigualdades sociais, cujos impactos se estendem por todas as fases da vida, incluindo a menopausa.

Partindo dessa perspectiva, a Sessão Temática reunirá pesquisas, reflexões, relatos de experiência e estudos interseccionais, concluídos ou em andamento, voltados à saúde dos corpos negros durante a menopausa e nos períodos que a antecedem e a sucedem.

A atividade é destinada a estudantes, docentes, pesquisadoras(es), profissionais da saúde e a todas as pessoas com corpos que menstruam e que estejam vivenciando ou se aproximando da menopausa.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site oficial do evento, disponível no link abaixo, no período de 5 de fevereiro a 31 de março de 2026.

 

Link para inscrições: XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadoras Negras

Oficina “Educação Inclusiva e Discurso” abre inscrições para debate sobre inclusão escolar em perspectiva interseccional

Oficina “Educação Inclusiva e Discurso” abre inscrições para debate sobre inclusão escolar em perspectiva interseccional

Estão abertas as inscrições para a oficina “Educação Inclusiva e Discurso: Formação de Docentes”, promovida no âmbito do Grupo Temático (GT) Tecnologias de Enfrentamento a Racismos em Escolas e Instituições de Ensino Superior (IES), do INCT Caleidoscópio.

Com carga horária total de 4 horas, a formação aborda a inclusão de estudantes com deficiência, considerando uma perspectiva interseccional e discutindo como gênero e raça atravessam práticas pedagógicas, produzem barreiras institucionais e influenciam a participação nos espaços escolares. Ao longo de quatro encontros, participantes irão analisar situações do cotidiano educacional e debater conceitos de inclusão e exclusão, bem como seus impactos na atuação docente.

A atividade é destinada a professoras e professores da Educação Básica (4º ao 9º ano) e a demais profissionais com interesse no desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas.

Coordenada pelo Prof. João Marcos Messias Miranda e pela Profa. Dra. Maria Izabel Santos Magalhães, com aplicação de João Marcos, a oficina será realizada na modalidade remota, por meio da plataforma Google Meet, nos dias 27 de fevereiro, 6, 13 e 20 de março, das 19h30 às 20h30. 

As inscrições se encerram em 23 de fevereiro e devem ser realizadas mediante o preenchimento do formulário disponível no link abaixo.

 

Link para o formulário de inscrição: Oficina Educação Inclusiva e Discurso: Formação de Docentes